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Arquivo de novembro, 2004

O homem é o único animal que se contraria

27 de novembro de 2004 Sem comentários

…eu poderia escrever um livro sobre isso.

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The Grave of the Fireflies

23 de novembro de 2004 Sem comentários

“Kun hukun itkuuni
Toivon että jää
Edes kauniin kukan nimi
Tänne elämään”

(Kotiteollisuus – Satu Peikoista)

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Kotiteollisuus – Satu Peikoista

20 de novembro de 2004 Sem comentários

Toisiinsa kietoutuneina
He kulkevat metsän halki
Heille tuntemattoman
Pienille loputtoman

Rukkapeikkotakkutukka
Ja heikkopeikkopelokas
Molemmat niin urheina
Ovat toistensa tukena

Mitä puiden takana heitä odottikaan?
Niin kaunis kukka
Jota ei osaa sanoin kuvailla
Sen tahtoi itselleen rukkapikku takkutukka

Lyijynraskaita
Jalkojaan ei tunne kumpikaan
Ei maailmaa
Ympärillään pelkkää harhaa

Lyijynraskaita
Jalkojaan ei tunne kumpikaan
Ei maailmaa
Ympärillään pelkkää harhaa

Halki jäätyneen maan
He kulkevat käsikkäin
Katsomatta toisisaan
Sanomatta sanaakaan

Jään pinnasta peilasivat
Huurtuneita kasvojaan
Silmät niin vettyneet
Ovat isäntiinsä pettyneet

Se kukka kuoli ja takkutukka kyyneliin
Hukkui heikko peikko
Niin se vain menee
Ei aina käykkään niin
Kuten toivoi rukkapikku takkutukka

Lyijynraskaita
Jalkojaan ei tunne kumpikaan
Ei maailmaa
Ympärillään pelkkää harhaa

Lyijynraskaita
Jalkojaan ei tunne kumpikaan
Ei maailmaa
Ympärillään pelkkää harhaa

Sormet vieraat soittavat
Tätä soitinta
Kuoleman sormet
kylmät ja kankeat

Astun sisään portista
Vieras maailma
Avautuu sen takaa
Maisemat ankeat

Nyt sanat on jo sanottu
Laulut on laulettu
Aamun koittaessa
Ilta jo hämärtää

Kun hukun itkuuni
Toivon että jää
Edes kauniin kukan nimi
Tänne elämään

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Kotiteollisuus – A História das Criaturas

Próximos um ao outro
andam pela floresta
desconhecido para eles
infinitamente para baixo

Pobres criaturas com madeixas rebeldes
e medonhas
ambos tão valentes
eles existem um para o outro

O que os esperou atrás das árvores?
uma flor tão linda
de modo que não pode ser descrito com palavras
O pequeno com madeixas rebeldes quis isso para si mesmo

Os pés deles pesados como chumbo
nenhum dos dois podem sentir
nem o mundo
cercado pela ilusão

Os pés deles pesados como chumbo
nenhum dos dois podem sentir
nem o mundo
cercado pela ilusão

Através da terra congelada
eles andam de mãos dadas
sem olharem um ao outro
sem dizerem uma palavra

Refletidos pelo gelo
Suas faces congeladas
olhos em tantas lágrimas
desapontados em seus controles

A flor morreu e madeixas rebeldes está em lágrimas
afogada a fraca criatura
é assim como está indo
isto não irá para sempre
como o pequeno com madeixas rebeldes esperava

Os pés deles pesados como chumbo
nenhum dos dois podem sentir
nem o mundo
cercado pela ilusão

Os pés deles pesados como chumbo
nenhum dos dois podem sentir
nem o mundo
cercado pela ilusão

Dedos de um estranho
tocou este instrumento
dedos da morte
fria e rígida

Caminhando através do portão
mundo estranho
abrindo através deste
paisagem sombria

Agora as palavras estão ditas
músicas cantadas
pelo amanhecer
o anoitecer cai

Enquanto me afogo em minha dor
espero que pelo menos
o nome de uma bonita flor
sobreviva

Categories: S.C.

A idade da Terra

20 de novembro de 2004 Sem comentários

Não seria idiotice explicar a idade da Terra, justificar o obscurantismo dos demais, talvez, mais uma matéria em evo.bio.br esclarece a incógnita.

“Qual a idade da Terra? Menos de 6.000 ou mais de 4.500.000.000 anos?”

…e mais fósseis encontrados…

www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1911200401.htm

…e a balbúrdia de lendas urbanas tomam conta da humanidade desde a época que aprendemos a dar desculpas.

Para piorar:

“Quando o primeiro charlatão encontrou o primeiro otário, surgiu a primeira religião.”

Categories: S.C.

Entrevista com José Colucci Jr

20 de novembro de 2004 Sem comentários

Entrevista: “José Colucci Jr. é engenheiro mecânico pela Unicamp, mestre em Desenho Industrial pela USP, fez um segundo mestrado e posterior doutorado em Engenharia Biomédica (USP e University of Illinois). Foi professor da FAUUSP por 15 anos na área de metodologia de projeto e professor visitante da University of Illinois. Viveu no Canadá, onde foi Vice-President of Research & Development da Input Technologies Inc…”

(como é que dizem…? “Quanto mais se sabe, menos se crê…”)

“Em determinado momento histórico o criacionismo era uma teoria científica respeitável. As idéias mais aceitas eram as de Cuvier, curador do Museu de História Natural de Paris e um dos fundadores da paleontologia moderna.Cuvier conhecia bem a distribuição dos fósseis nas várias camadas geológicas e tinha acesso a uma coleção imensa de esqueletos de animais, mas a sua visão das espécies era criacionista. Para ele, tanto os animais extintos como os atuais foram criados como são pelo Criador. Embora já existissem hipóteses evolucionistas pré-darwinistas na época, Cuvier não via nelas argumentos suficientes para abandonar a sua crença de que os “modelos” naturais são eternos e imutáveis. Era um aristotélico. Cuvier morreu antes de Darwin publicar a sua obra, mas seu pensamento influenciou gerações subseqüentes de naturalistas. Mesmo após Darwin, não se pode falar propriamente de uma única teoria da evolução, pois havia outras. A questão só foi esclarecida completamente por volta de 1940, com a chamada “Síntese Moderna” ou neodarwinismo, que examinou a teoria da evolução de Darwin à luz de descobertas da genética. A partir daí as evidências para a evolução se acumularam tão rapidamente, as peças se encaixaram tão bem, que, a menos que novos fatos sejam descobertos, a única razão para não aceitar o darwinismo é o fanatismo religioso.”

Categories: S.C.

Por que é difícil entender e ensinar a evolução?

20 de novembro de 2004 Sem comentários

Matéria por José Carlos Antonio: “A teoria da evolução é parte do currículo de ensino de ciências e de biologia e um eixo integrador dentro da biologia. Por ser uma teoria científica ela deve ser ensinada nas escolas independentemente do credo religioso dos alunos e dos professores.

A maior parte dos professores de biologia acha fácil ensinar a teoria da evolução, mas paradoxalmente muitos deles, principalmente na rede pública, possuem concepções erradas sobre a teoria.

Neste artigo da seção Erro-Padrão procuramos listar e discutir algumas dessas dificuldades e esperamos com isso propor uma reflexão de alunos e professores sobre seus conceitos e preconceitos com relação ao tema.”

Categories: S.C.

Workshop – Prevenir para Proteger

20 de novembro de 2004 Sem comentários

Marçal Araujo apresenta um ótimo workshop destinado a futuros CSO (Chief Security Officer), claro, tirando algumas contravenções…

Fora a péssima definição dado ao termo “hacker”, sua defesa a usuários julgando bancos culpados sobre os casos de phishing scan… vale a pena assistir para a mínima noção de segurança.

- “espero que seja uma rede segura que está fazendo essa transmissão”

Categories: S.C.
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