Pássaros mortos cantam em sinfonias em algazarra fria e muda, o Sol raiar O velho louco ri e se inicia Poetas cegos cantam em versos livres toda essa agonia que a noite me dá O velho louco ri e pressagia
O olho vazado da melancolia fita o ponto cego que não há O corpo morto sobre a cama fria Ouvidos moucos ouvem a melodia dissonante da agonia que me dá O homem morto ri na cama fria
Pássaros cegos voam em harmonia rumo ao fim de tudo que advirá O coração morto bate em sintonia Poetas loucos cantam em versos certos todo esse deserto que me tomará Sombras no céu ao Sol do meio-dia
A morte espreita nas sombras do Sol do meio-dia O medo da morte é que move a vida que há O amor é o medo da morte do amor em agonia pra ressucitar…
O amor é o medo da morte do amor em agonia O medo da morte é que move a vida que há A morte é que move o desejo, o amor, a poesia pra recomeçar…
The window burns to light the way back home A light that warms no matter where they’ve gone
They’re off to find the hero of the day But what if they should fall by someone’s wicked way
Still the window burns Time so slowly turns And someone there is sighing Keepers of the flames Do you feel your name? Can’t you hear your babies crying?
Mama they try and break me Still they try and break me
S’cuse me while I tend to how to feel These things return to me that still seem real
Now deservingly this easy chair But the rocking stopped by wheels of despair
Don’t want your aid But the fist I’ve made For years, can’t hold or feel No I’m not all me So please excuse me While I tend to how I feel
But now the dreams and waking screams That everlast the night So build a wall Behind it crawl And hide until it’s light So can you hear your babies crying now?
Still the window burns Time so slowly turns And someone there is sighing Keepers of the flames Can’t you hear your names? Did you hear your babies crying?
But now the dreams and waking screams That everlast the night So build a wall Behind it crawl And hide until it’s light So can’t you hear your babies crying now?
Mama they try and break me Mama they try and break me Mama they try and break me Mama they try Mama they try Mama they try and break me Mama they try and break me Mama they try and break me Mama they try Mama they try
Não coloquem estas armas na minha cabeça; Não apontem estas malditas armas para mim; Sei que não fiz bem para ninguém; Sei que deveria deixar tudo acontecer; Mas não posso deixar os demais sofrerem; Se eu derrubar um de vocês, espectadores… …eu vou me arrepender; Nunca irá acontecer.
Então abaixem estas armas, espectadores; A minha está suficientemente próxima; E não quero derrubar ninguém; Deixe-me cair então; Deixe-me sozinho, e irei ao chão; Deixe-me viver, da forma como posso ver… …da forma como as coisas são… …de modo que estejam em paz… …de modo que eu fique no chão… …sem matar nem morrer…
Não é pior que colocar meu coração em prova; Ser traído pelo meu próprio consentimento.
E que fim coloquei na vida de alguém… …nunca deveria ter atormentado uma vida desta forma… …não deveria ter lhe empacado assim… …não deveria ter sequer aparecido aí… …não deveria ter memórias tuas comigo; Menos mal, enfim, pois eu sei, ao menos; Não tens memórias de mim.
Neste sábado ficarei por aqui, sábado que vem correrei então e contra a parede mesmo… deixo escrito um f***-se bem brande por onde pisar, pois não será útil para ninguém, de qualquer jeito.
Acabei de receber um e-mail de um visitante perguntando se eu não iria publicar nada sobre os últimos “achados” sobre a lavagem de dinheiro das igrejas universais, renascer, adventistas, tjs, entre outras, nem sobre a decisão do novo papa de arquivar as denúncias de alguns padres pedófilos…
Respondi… “…e qual a novidade nisso tudo?”
Estou começando a sentir dó daqueles que creem nessa papagaiada de deuses e espíritos… antes eu só dava risada, mas agora estou sentindo pena meeesmo….
Peço desculpas a quem esperava um sorriso cobrindo minha dor, ou um sorriso sarcástico, ou um sorriso satisfeito, ou um sorriso infantil…
…mas eu posso dizer com certeza, que alcancei um estado no qual talvez não consiga caminhar mais.
Este estado, no qual um homem se curva em torno de si mesmo, e lhe quer retirar tudo que sabe de sua mente, para viver como uma criança… e sabe que é impossível…
Far, far away, where the birch wouldn’t grow Far, far away and where the wind freezes your face There you won’t be alone
So far away, my mind flies to the moon Far, far away, I can see what happens soon And what’s most important
I would rather fly with eagles, to the snow hills I would rather run with wolves, between the trees I would rather be with trees, than in the middle of noisy streets
I would rather fly with eagles, to the snow hills I would rather run with wolves, between the trees I would rather be with trees, than in the middle of noisy streets
Ivan Carlos é consultor especializado em tecnologia e segurança da informação, gestão de riscos e continuidade de negócios. Especialista em engenharia social e beta tester pela Microsoft Connect entre outros projetos, também escreve para alguns sites de tecnologia e desenvolve estudos diversos de bioquímica, crenças, neurociências e comportamento.
É fascinado por tecnologia em geral, línguas, networking social, jogos e entretenimento digital, gosta de praticar maratonas, pa-kua e tênis.