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Cadê o santo Jesus Cristo?

### atualização, respondendo ao comentário do srº Anônimo. ###

“Uma figura envolta em um pano deixaria uma marca de contato deformada em relação ao modelo real. As orelhas apareceriam vistas de lado no pano. Algo semelhante aconteceria com qualquer característica facial. A ausência desta deformação indica que o manto não teve contacto com um cadáver, mas que foi pintado para que parecesse com as representações tradicionais de Jesus.”

Simples e fácil. Se o sudário conhecido fosse legítimo, não seria como uma fotografia, mas sim uma imagem revelada de todo o rosto, como segue foto abaixo.

Eis a imagem do sudário original:

…que não passa de uma obra barata, e vc, alguêm que crê, sr. Anônimo, defenda suas teses com alguma justificativa.

Para leitura: www.bhservico.com.br/santosudario.htm

[]‘s

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Eh, aquele mesmo, o estranho que teve uma pintura forjada e que divulgaram como “santo sudário”, e que recentemente foi desmascarado melhor que qualquer crime imperfeito…

“Enquanto os fiéis de outras grandes religiões podem conhecer em detalhes a vida dos fundadores de suas crenças, os cristãos não dispõem de nada que revele algo sobre o Jesus Cristo Histórico, fora os contraditórios Evangelhos. Além disso, viram crescer os questionamentos históricos e arqueológicos sobre a veracidade de fatos narrados nas Escrituras. Passados 2 mil anos desde Paulo, os cristãos parecem se justificar cada vez mais pela fé.

Abaixo segue uma lista* de escritores e historiadores que viveram por volta do séc I, época na qual supostamente Jesus teria vivido.

Josephus**
Philo-Judææus
Seneca
Pliny Elder
Arrian
Petronius
Dion Pruseus
Paterculus
Suetonius
Juvenal
Martial
Persius
Plutarch
Pliny Younger
Tacitus
Justus of Tiberius
Apollonius
Quintilian
Lucanus
Epictetus
Hermogones Silius Italicus
Statius
Ptolemy
Appian
Phlegon
Phæædrus
Valerius Maximus
Lucian
Pausanias
Florus Lucius
Quintius Curtius
Aulus Gellius
Dio Chrysostom
Columella
Valerius Flaccus
Damis
Favorinus
Lysias
Pomponius Mela
Appion of Alexandria
Theon of Smyrna

Restaram escritos suficientes dos antigos autores acima para formar uma biblioteca. Todavia, apesar de toda essa literatura judaica e pagã, exceto por duas passagens sabidamente forjadas nos escritos de **Josefo, e por duas passagens controversas em trabalhos de autores romanos, não existem registros sobre Jesus Cristo; muito menos sobre seus milagres e prodígios. E nenhum desses autores fazem alguma menção aos discípulos ou aos apóstolos.

Tendo em vista que, segundo os evangelhos, Jesus causou muita agitação naquela região – Mateus 27 relata que a morte de Jesus provocou um terremoto, uma longa escuridão e fez com que muitos mortos saíssem dos seus sepulcros, invadindo a cidade e aparecendo a muitos! -, o silêncio dos antigos escritores é constrangedor.

Fonte: John E. Remsburg’s – The Christ: A Critical Review and Analysis of the Evidence of His Existence.

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Agora sobre a falsificação, será q o artesão ganhou por isso? Pode ser… igrejas enchem o rabo de dinheiro…

Revista científica reforça tese da falsidade do Santo Sudário

A revista científica francesa “Science et Vie” (Ciência e Vida) informou nesta terça-feira que realizou experiências que provam que o Santo Sudário, considerado por alguns cristãos a relíquia mais sagrada do Catolicismo, é falso. “Uma técnica medieval nos ajudou a produzir um sudário”, destacou a revista na edição que sairá em julho.

O sudário é apontado por seus defensores como o tecido que envolveu o corpo de Jesus Cristo, após ter sido retirado da cruz. Nele é possível ver a imagem de um homem ensangüentado com orifícios nas mãos, bem como ferimentos no corpo e na cabeça, resultantes aparentemente de crucificação, de esfaqueamento com lança e de coroa de espinhos descritos pela Bíblia na Paixão de Cristo.

Em 1988, cientistas submeteram o delicado tecido de linho ao exame de datação por carbono 14 e concluíram que o material foi produzido entre 1260 e 1390. Seu estudo impeliu o então arcebispo de Turim, onde está o sudário, a admitir que a peça era falsa. Mas o debate foi reativado em janeiro deste ano.

Falso Sudário

Com base em um método já usado por céticos para atacar as alegações de autenticidade sobre o sudário, a revista “Science et Vie” pediu a um artista que fizesse um baixo-relevo – uma escultura que se destaca do fundo ao redor – da face de Cristo. Em seguida, um cientista colocou um pedaço de linho umedecido sobre o baixo-relevo e o deixou secar, de forma que o tecido fino moldasse a face esculpida.

Usando fibras de algodão, ele cuidadosamente esfregou óxido férrico misturado com gelatina sobre o tecido para produzir marcas semelhantes ao sangue. Quando o tecido foi virado do avesso, as marcas do outro lado revelaram a famosa imagem do Cristo crucificado.

A gelatina, um produto de origem animal rico em colágeno, era usada com freqüência por pintores da Idade Média como fixador de pigmentos sobre tecidos ou madeira. A imagem impressa revelou-se resistente a lavagens, a temperaturas de até 250 graus Celcius e à exposição a uma série de fortes produtos químicos, como o bissulfito que, sem a ajuda da gelatina, normalmente teria decomposto o óxido férrico no complexo óxido ferroso.

Segundo a publicação, as experiências respondem a várias questões apresentadas pelos defensores do sudário, segundo os quais as marcas não poderiam ter sido pintadas sobre o tecido. De um lado, alegam os defensores, negativos fotográficos e scanners mostraram que a imagem só poderia ter sido produzida por um objeto tridimensional, em vista da largura do rosto, e das maçãs e nariz pronunciados.

Além disso, afirmam, não foram encontrados sinais de pincéis. E, argumentam, nenhum pigmento poderia ter sobrevivido a séculos de exposição ao calor, à luz e à fumaça.

Falsificador medieval

Para Jacques di Costanzo, do Hospital Universitário de Marselha (sul da França), que realizou as experiências, o falsificador medieval também deve ter usado um baixo-relevo, uma escultura ou cadáver para imprimir a imagem em 3-D. Ele usou um tecido ao invés de um pincel para fazer as marcas e usou gelatina para manter as imagens com marcas semelhantes a sangue permanentemente fixas e brilhantes no fervilhante mercado de relíquias religiosas.

Para provar sua hipótese, di Costanzo usou óxido férrico, mas nenhuma gelatina, para fazer outras impressões, mas todas as marcas desapareceram quando o tecido foi lavado ou exposto a testes com produtos químicos. Ele também impregnou o baixo-relevo com um complexo amoníaco criado para representar o suor humano e também creme de babosa, uma planta que era usada por judeus para auxiliar no embalsamamento na época de Cristo.

Ele colocou o tecido sobre o baixo-relevo por 36 horas – tempo aproximado que Cristo teria ficado sepultado antes de ressuscitar -, mas durante este tempo nenhuma marca ficou impressa nele. “Obviamente é mais fácil fazer um falso sudário que um verdadeiro”, destacou a revista “Science et Vie”.

História

A primeira evidência documentada do sudário remonta a 1357, quando a peça apareceu em uma igreja de Lirey, perto da cidade francesa de Troyes. Em 1390, o papa Clemente VII declarou que não se tratava do sudário verdadeiro, mas poderia ser usado como representação deste, desde que os fiéis soubessem que não era genuíno.

Em janeiro deste ano, o químico americano Raymond Rogers disse que as amostras de rádio-carbono do estudo feito em 1988 foram tiradas de uma peça que havia sido confeccionada por freiras que repararam o sudário depois de ter sido danificado em um incêndio, em 1532. Rogers disse que sua análise de outras amostras, baseada nos níveis de um produto químico chamado vanilina que resulta da decomposição do linho e outras plantas, revelou que o sudário poderia ter “de 1.300 a 3.000 anos”.”

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