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Arquivo de novembro, 2005

Desejo…

20 de novembro de 2005 Sem comentários

Faz exatamente 1 semana que não me vem pesadelos, e a exatamente 1 semana que os fantasmas partira., e a exatamente uma semana, me descobri desta neve que me despertara e congelava minha pele, e a 1 semana, fechei esta caixinha de música que não parava de tocar!

A criança que desejava ficar só foi dada como morta, mas eu sempre sobrevivo.

Categories: S.C.

Lamento ao mundo

20 de novembro de 2005 Sem comentários

Eu não entendo…

O mundo anda para trás. As pessoas fazem com que o mundo ande para trás.

A verdade torna as pessoas distantes de si mesmoas, perdem assim seu elemento humano… e suas motivações… a cada canto que olho me deparo a alguma forma de explosão contida, uma bomba não detonada.

É de nossa natureza nos matarmos, matarmos a quem nos ameaça, para defendermos quem amamos! Mas para onde olho, vejo justamente o contrário… arruinamos nossos caminhos para nos aventurarmos ao desconhecido, e muita gente se dá mal nessa aventura sem graça.

Percebi que fiz além de meus desejos em mudar uma fração do mundo. Que bom…! Mas minha vontade maior é de salvar a todos, mas tantos esses que vejo passar, nada posso fazer… não posso me infiltrar a mente de ninguém, infelizmente.

Eu morro sim por uma boa causa. E sou capaz de fazer mais que isso.

Categories: S.C.

Rammstein – Spieluhr

16 de novembro de 2005 Sem comentários

Ein kleiner Mensch stirbt nur zum Schein
wollte ganz alleine sein
das kleine Herz stand still für Stunden
so hat man es für tot befunden
es wird verscharrt in nassem Sand
mit einer Spieluhr in der Hand

Der erste Schnee das Grab bedeckt
hat ganz sanft das Kind geweckt
in einer kalten Winternacht
ist das kleine Herz erwacht

Als der Frost ins Kind geflogen
hat es die Spieluhr aufgezogen
eine Melodie im Wind
und aus der Erde singt das Kind

Hoppe hoppe Reiter
und kein Engel steigt herab
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
nur der Regen weint am Grab
hoppe hoppe Reiter
eine Melodie im Wind
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
und aus der Erde singt das Kind

Der kalte Mond in voller Pracht
h ört die Schreie in der Nacht
und kein Engel steigt herab
nur der Regen weint am Grab

Zwischen harten Eichendielen
wird es mit der Spieluhr spielen
eine Melodie im Wind
und aus der Erde singt das Kind

Hoppe hoppe Reiter
und kein Engel steigt herab
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
nur der Regen weint am Grab
hoppe hoppe Reiter
eine Melodie im Wind
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
und aus der Erde singt das Kind

Hoppe hoppe Reiter
mein Herz schlägt nicht mehr weiter

Am Totensonntag hörten sie
aus Gottes Acker diese Melodie
da haben sie es ausgebettet
das kleine Herz im Kind gerettet

Hoppe hoppe Reiter
eine Melodie im Wind
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
und auf der Erde singt das Kind
hoppe hoppe Reiter
und kein Engel steigt herab
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
nur der Regen weint am Grab

Hoppe hoppe Reiter
eine Melodie im Wind
mein Herz schlägt nicht mehr weiter
und auf der Erde singt das Kind

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Rammstein – Caixa de Música

Uma pequena pessoa morreu apenas de fingimento
desejava ficar completamente só
o pequeno coração permaneceu quieto por horas
então o tomaram por morto
deixaram-no que a areia molhada o enterrasse
com uma caixa de música na mão

A primeira neve a cobrir o túmulo
acordou a criança de modo bem suave
numa noite fria de inverno
seu pequeno coração despertou

Na medida que o gelo voava na criança
a caixa de música foi aberta
uma melodia no vento
e para fora da terra canta a criança

Upa upa cavalinho
e anjo algum desce à terra
meu coração não bate mais
apenas a chuva chora sobre o túmulo
Upa upa cavalinho
uma melodia no vento
meu coração não bate mais
e para fora da terra canta a criança

A gélida lua, cheia em seu explendor
ouve o pranto na noite
e anjo algum desce à terra
apenas a chuva chora sobre o túmulo

Entre duras tábuas de carvalho
ele irá tocar com a caixinha de música
uma melodia no vento
e para fora da terra canta a criança

Upa upa cavalinho
e anjo algum desce à terra
meu coração não bate mais
apenas a chuva chora sobre o túmulo
Upa upa cavalinho
uma melodia no vento
meu coração não bate mais
e para fora da terra canta a criança

Upa upa cavalinho
meu coração não bate mais

No Domingo dos Mortos eles ouvem
dos campos do Senhor essa melodia
é quando eles rezam por ele
o pequeno coração salvo dentro da criança

Upa upa cavalinho
uma melodia no vento
meu coração não bate mais
apenas a chuva chora sobre o túmulo
Upa upa cavalinho
e anjo algum desce à terra
meu coração não bate mais
e sobre a terra canta a criança

Upa upa cavalinho
uma melodia no vento
meu coração não bate mais
apenas a chuva chora sobre o túmulo

Categories: S.C.

Seqüestros extraterrestres e memórias falsas

14 de novembro de 2005 Sem comentários

Marcelo Gleiser, colunista da Folha:

Tente se lembrar de algo que aconteceu durante a sua infância, quando você tinha uns seis ou sete anos de idade. Pode ser uma cena qualquer, mas algo importante em sua vida. Por exemplo, quando eu tinha sete anos, caí na escola durante o recreio e cortei feio o joelho. Lembro-me do sangue, de chorar muito e de meu pai chegando esbaforido, bravo, porque teve de deixar os pacientes esperando. Quantos desses detalhes são, de fato, reais? Será que somos capazes de realmente recordar coisas que ocorreram há muito tempo? Ou será que muitas de nossas memórias são inventadas ou ao menos parcialmente recriadas?

Essa questão vem sendo estudada com muito cuidado por vários profissionais, de psicólogos a advogados. Isso porque memórias falsas podem criar problemas sérios, por exemplo em denúncias de crimes sexuais domésticos ocorridos no passado. A situação é complicada, pois seria de fato injusto acusar um pai ou tio de ter molestado sexualmente um menor de idade se isso não aconteceu. Por outro lado, se aconteceu, o pai ou tio criminoso tem de ir para a cadeia. Como provar se a memória é real ou fabricada? Ninguém sabe como responder a essa pergunta. Se não existem provas concretas do que ocorreu, infelizmente o criminoso pode escapar impune. Ou um inocente pode ir para a prisão e uma família ser destruída.

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É muito mais fácil ver o improvável quando acreditamos nele
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Foi esse tipo de questão que motivou uma psicóloga da Universidade Harvard a estudar uma outra situação na qual memórias falsas podem estar presentes, relatos de seqüestro por seres alienígenas. Na verdade, Susan Clancy, que acaba de lançar um livro chamado “Abduzidos: Como Pessoas Passam a Acreditar que Foram Seqüestradas por Alienígenas”, usou esses casos para mostrar que memórias falsas não só existem como podem ter tamanha força emocional que aparentam ser verdadeiras.

Clancy entrevistou 50 pessoas que dizem ter sido abduzidas por seres extraterrestres. Algumas até acreditam terem sido vítimas de vários seqüestros. Aparentemente, nos EUA cerca de 1 milhão de pessoas declaram ter sido seqüestradas. Não conheço a estatística no Brasil, mas acredito que não seja muito diferente. Conforme afirmou Clancy, “isso não significa que essas pessoas sejam loucas. Pelo contrário, muitas delas são articuladas e altamente inteligentes. A tendência em acreditar em coisas sobre as quais a ciência não tem provas é muito comum”. Imagino que o leitor possa pensar em um ou dois exemplos. Fantasmas? O monstro do lago Ness? No caso dos alienígenas, não existe mesmo nenhuma evidência concreta de que tenham visitado a Terra no passado ou que estejam no momento por aqui, apesar dos inúmeros relatos e de suspeitas de intrigas governamentais.

Clancy atribui os relatos a um estado entre a consciência e o sono, durante o qual alucinações são comuns. Em geral, os pacientes lembram-se do seqüestro quando sob hipnose. O mesmo ocorre com relatos de violência sexual.

A grande diferença é que, sem dúvida, muitos dos relatos de abusos sexuais são reais, enquanto os seqüestros por alienígenas são falsos. Pelo menos até que uma prova concreta surja, um circuito ou uma liga metálica que não exista na Terra, a solução de um grande problema matemático, o seqüestro de um cientista sério que obtenha alguma evidência que não seja apenas um relato oral. É muito mais fácil ver o improvável quando acreditamos nele. Por outro lado, se nossos olhos estiverem sempre fechados, não o veremos nunca.

Marcelo Gleiser é professor de física teórica do Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “O Fim da Terra e do Céu”

Categories: S.C.

Anathema – One Last Goodbye

8 de novembro de 2005 Sem comentários

How I needed you
How I grieve now you’re gone
In my dreams I see you
I awake so alone

I know you didn’t want to leave
Your heart yearned to stay
But the strength I always loved in you finally gave way

Somehow I knew you would leave me this way
Somehow I knew you could never stay
And in the early morning light
After a silent, peaceful night
You took my heart away and my being

In my dreams I can see you
I can tell you how I feel
In my dreams I can hold you
And it feels so real

I still feel the pain (I still feel the pain)
I still feel your love (I still feel your love)

I still feel the pain (I still feel the pain)
I still feel your love

And somehow I knew you could never never stay
And somehow I knew you would leave me
And in the early morning light
After a silent, peaceful night
You took my heart away
Oh I wish, I wish you could have stayed

Categories: S.C.

Frozen psyche

7 de novembro de 2005 Sem comentários

…que a boa sorte parta, que eu deixe de morrer por boas causas, que eu deixe de viver, como sempre me ocorreu…

Frozen psyche.

Não devemos ocultar a nós, nosso consciente. E não cabe a nós reprimí-lo… Eu não acredito que existira alguém a me salvar, e não acredito que poderemos mudar, pq eu já mudei, tentei, e continuei a ser.

Ivan Carlos, ante Nimet, far, far away.

Categories: S.C.

Metallica – Sad But True

7 de novembro de 2005 Sem comentários

Hey I’m your life
I’m the one who takes you there
Hey I’m your life
I’m the one who cares
They, they betray
I’m your only true friend now
They, they’ll betray
I’m forever there

I’m your dream, make you real
I’m your eyes when you must steal
I’m your pain when you can’t feel
Sad but true

I’m your dream, mind astray
I’m your eyes while you’re away
I’m your pain while you repay
You know it’s sad but true, sad but true

You, you’re my mask
You’re my cover, my shelter
You, you’re my mask
You’re the one who’s blamed
Do, do my work
Do my dirty work, scapegoat
Do, do my deeds
For you’re the one who’s shamed

I’m your dream, make you real
I’m your eyes when you must steal
I’m your pain when you can’t feel
Sad but true

I’m your dream, mind astray
I’m your eyes while you’re away
I’m your pain while you repay
You know it’s sad but true, sad but true

I’m your dreams,
I’m your eyes,
I’m your pain

I’m your dreams (I’m your dreams)
I’m your eyes (I’m your eyes)
I’m your pain (I’m your pain)
You know it’s sad but true

Hate, I’m your hate
I’m your hate when you want love
Pay, pay the price
Pay for nothing’s fair

Hey, I’m your life
I’m the one who took you there
Hey, I’m your life
And I no longer care

I’m your dream, make you real
I’m your eyes when you must steal
I’m your pain when you can’t feel
Sad but true

I’m your truth, telling lies
I’m your reasoned alibis
I’m inside open your eyes
I’m you

Sad but true

Categories: S.C.
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