* cena de Dead Poets Society
* trecho de Dead Poets Society
Keating: Abra o seu livro na página 542. Leia a primeira estrofe do poema.
Pitts: “As Virgens Que Fazem Muito Caso do Tempo”?
Keating: Sim, esse mesmo. Apropriado, não é?
Pitts: “Apanha os botões de rosa enquanto podes, o tempo voa, e esta flor que hoje sorri amanhã estará moribunda.”
Keating: Obrigado, Sr. Pitts.
Keating: “Apanha os botões de rosa enquanto podes.” Em latim, o termo para esse sentimento é carpe diem.
Keating: Quem sabe o que significa?
Meeks: Significa “aproveita o dia”.
Keating: Muito bem, Sr…?
Meeks: Meeks.
Keating: Meeks. Outro nome estranho.
Keating: Aproveita o dia. “Apanha os botões de rosa enquanto podes.”
Keating: Porque é que o autor diz isto?
Charlie: Porque tem pressa.
Keating: Não! Mas obrigado por participar. Porque somos pasto para os vermes, rapazes.
Keating: Acreditem ou não, todos nós nesta sala um dia vamos deixar de respirar, vamos ficar frios e morrer.
Keating: Quero que se aproximem e que olhem bem alguns dos rostos do passado. Penso que nunca os viram direito.
Keating: Não são muito diferentes de vocês, não é? O mesmo corte de cabelo. Cheios de hormônios, como vocês. Invencíveis, como vocês se sentem. O mundo é a ostra deles.
Keating: Acreditam estar destinados para grandes coisas, como muitos de vocês. Os olhos deles estão cheios de esperança, como os de vocês.
Keating: Eles esperaram até ser tarde demais para mostrarem do que eram capazes?
Keating: É que esses rapazes estão agora mortos e enterrados.
A ignorância humana não tem limites, mas não somos nós os responsáveis disto, de qualquer forma. Evoluimos condicionados a responder nossas próprias dúvidas e confortar nossos próprios anseios. A consequência de tudo isso termina em inverdades, falácias e crenças infundadas.
Ontem a Reuters publicou algumas fotos e nota sobre o tubarão-cobra (Chlamydoselachus anguineus), peixe primitivo pouco conhecido pelo difícil acesso ao seu habitat natural (entre 600 e 1600m de profundidade). Magnífico, pergunto onde termina o obscurantismo criacionista para que possamos discutir concientemente sobre as possibilidades cogenitoras de alguma tese evolucionista. Fotos abaixo do animal devem esclarecer o que quero dizer:
Descontente, os absurdos que continuo ouvindo em trânsito (literalmente, dentro de ônibus) são de nocautear qualquer um nauseado. Ao menos, no último dos absurdos escutados furtivamente a “crimimosa” teve o cuidado de iniciar a frase com um singelo “eu acho”, porém, continuou seu vomitar de asneira com tamanha segurança que tal afirmação não surtiu efeito ao contexto.
Um tal de Dr. Chang publicou ontem algo sobre a certeza que seus pseudo-cientistas possuem ao afirmar que os 97% do código genético de DNA que carregamos, conhecido como “dna-lixo” ou “seqüências não-codificadas”, de que estes se tratavam de sequências de DNA alienígenas. Ah… PRA PUTA QUE PARIU!
Palavras do Dr. Chang: “Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo.”
* Olha o que eu tenho que aturar… pronto, dá-lhe forças ao DI (design inteligente) HUAHUAHUAHUAH
Como o sr. Jefferson deixou claro em sua réplica ao ensaio do Dr. Chang… “É aquela história… Se não sabe o que é, inventa oras! :-)”
por Rob Taylor, Reuters
Depois de ter agitado o mundo da música, o iPod finalmente está abrindo caminho pelos mercados monetários globais, e o Brasil é o lugar mais caro do mundo para se comprar o aparelho, segundo pesquisa realizada pelo banco australiano Commonwealth Bank.
A instituição, um dos maiores bancos da Austrália, usou a última versão do player de música da Apple, o fino modelo Nano, para comparar moedas mundiais e o poder de compra em 26 países.
Junto com o famoso índice Big Mac lançado há 20 anos pela revista The Economist, a pesquisa do banco australiano avalia os preços do iPod Nano de 2 gigabytes em dólares americanos e descobriu que ele é mais caro no Brasil. A companhia do player de música digital custa em média 327,71 dólares no país, bem acima dos 222,27 dólares cobrados em média na Índia, segunda colocada no ranking.
O Canadá é o país onde se paga menos por um iPod Nano, 144,20 dólares, mais barato do que os 179,84 dólares cobrados na China, onde o aparelho é fabricado. Os Estados Unidos ocupam a quarta posição da lista, com o produto saindo a 149 dólares.
“O interessante, principalmente por causa do custo zero de frete, é que a China está no meio termo da lista em termos de preços mundiais”, disse Craig James, economista-chefe do Commonwealth Bank, à Reuters.
A paridade do poder compra compara os preços de produtos em diferentes países e ajuda a mostrar, no mínimo, se uma moeda está desvalorizada em relação a outra.
James informou que os resultados sugerem que a moeda norte-americana tem espaço para crescer contra uma série de importantes divisas, com exceção dos dólares de Hong Kong e do Canadá e do iene japonês.
Entretanto, os resultados podem ser influenciados por diferentes políticas de preços que a Apple pode aplicar em partes distintas do mundo, disse James.
“Os resultados do índice iPod não fazem a alegria dos responsáveis por política monetária dos Estados Unidos. Eles querem que o iuan se aprecie e não caia contra o dólar”, disse James. Mais de 21 milhões de iPods foram vendidos no último trimestre.
Veja a seguir a lista dos países compilados pelo Commonwealth Bank e o custo médio em dólares dos EUA de um iPod Nano de 2 GB:
1. Brasil 327,71
2. Índia 222,27
3. Suécia 213,03
4. Dinamarca 208,25
5. Bélgica 205,81
6. França 205,80
7. Finlândia 205,80
8. Irlanda 205,79
9. Reino Unido 195,04
10. Áustria 192,86
11. Holanda 192,86
12. Espanha 192,86
13. Itália 192,86
14. Alemanha 192,46
15. China 179,84
16. Coréia do Sul 176,17
17. Suíça 175,59
18. Nova Zelândia 172,53
19. Austrália 172,36
20. Taiwan 164,88
21. Cingapura 161,25
22. México 154,46
23. EUA 149,00
24. Japão 147,63
25. Hong Kong 147,35
26. Canadá 144,20
Fonte: CommSec, Apple
O índice CommSec iPod, é baseado nos preços de janeiro deste ano.
* Obrigado por nada, Brasil. Seus impostos NÃO são bem-vindos.