Ministro revê contrato entre Correios e Bradesco

* comentário: “…isso é de um primarismo, quer dizer, é a mentalidade exata do Hélio Costa de Barbacena, a cidade de Barbacena pode ser muito culta, mas a mentalidade é provinciana do sr. Hélio Costa, e de um nacionalismo estúpido, se é que se pode chamar de nacionalismo, nenhum nacionalista de bom censo faria isso sendo o Bradesco uma empresa 100% nacional…” – comentário perfeito (entre outros disponíveis no podcast) do sr. Ethevaldo Siqueira, jornalista de TI em podcast divulgado na VoIT. Neste podcast ainda podemos refletir sobre o impacto que a interferência do (cof cof BURRO cof) sr. ministro Hélio Costa pode acarretar no desenvolvimento do cenário de telecomunicações no Brasil.

Notícia da FolhaNews, divulgada no CorreioWeb.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, está decidido a cancelar o contrato dos Correios com o Bradesco para assumir operação do Banco Postal ainda neste ano. Nesta quarta-feira, ele afirmou que vai criar uma comissão especial para avaliar nos próximos 90 dias as condições para o rompimento, já que o contrato terminaria somente em 2009, segundo Costa.

O grupo, que terá representantes do Banco Central, Casa Civil, Correios, além dos ministérios da Fazenda e das Comunicações, vai calcular, por exemplo, a possível indenização, ou ajuste de contas, que o governo deverá fazer com o Bradesco pelo rompimento do contrato.

A idéia, segundo o ministro, é que os próprios Correios assumam a gestão do Banco Postal, já que o negócio mostrou-se rentável, mas ele admitiu que a estatal poderá ter um novo parceiro. “A nós interessa imediatamente cancelar”, disse Costa. O ministro considera que o valor pago pelo banco na época é muito pequeno diante do “lucro extraordinário” obtido pelo Bradesco com a operação do Banco Postal.

Em 2001, o Bradesco venceu licitação feita pelos Correios com a Caixa Econômica Federal e o Itaú para oferecer atendimento bancário em mais de 5,5 mil agências postais. Na época, o banco pagou R$ 201 milhões como taxa de acesso para conseguir exclusividade na prestação do serviço nas agências dos Correios. O contrato também previa o repasse de tarifas bancárias, estimadas na época, que somariam R$ 2,5 bilhões em cinco anos.

Segundo o ministro, somente a marca “Banco Postal” valeria hoje cerca de R$ 1 bilhão, e os Correios estariam prontos para assumir a operação, já que a instituição possui inclusive uma diretoria bancária.

* era só o que faltava para fechar o mês, um ministro BURRO.


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