Media Center

As plataformas de entretenimento invadiram todos os cenários de comunicação. Os jogos interativos, as plataformas, os meios, desde consoles portáteis ao nosso DVD Player que vive por horas desligado na sala de estar (abandonada naturalmente graças desde o advento e aquisião do personal computer) as plataformas “Media Center” tem ganhado seu espaço.

Esta invasão/mudança não foi sensível, mas que não a percebeu ao ligar o PlayStation 3 e ler as opções oferecidas? Muito mais que um play/pause do Sega CD, você confere playlists de áudio, vídeo, feeds e navegador, ao acessar o Media Center do Windows XP ou do Vista ainda temos TV Tuner, dentro do Wii você tem até comercial, no XBOX ainda podemos comprar jogos online. Tvs como a Linha Bravia da Sony entre muitas, já possuem suas interfaces prontas para oferecer conteúdo interativo, mais agradável e dinâmico que o simples plug&sit-down das velhas tvs abertas.

A invasão tem se tornado sensível nos consoles de jogos interativos, mas ninguém percebeu quando já comprávamos pacotes pay-per-view pelo controle das TVs a cabo e satélite, onde a solicitação partira via linha telefônica e a cobrança já vinha em fatura. Advento da TV Digital? Vejo como nosso velho e pouco explorado Media Center.

Meu colega de trabalho Renato Filipov comprou um notebook “top de linha²” ontem. Gostei de ver que um notebook trouxe o Windows XP Media Center edition licenciado de fábrica, mas pera…! Isso não é coisa de equipamento que fica conectado na sala ou no quarto dotado de uma gigantesca tela LCD? Ledo (de “feliz”, para quem desconhece nossa língua) engano, as plataformas Media Center invadiram os dispositivos portáteis com primor. Desde os iPods -photo -video -etc, rascunhos de Media Center, a notebooks e consoles portáteis, como o PSP, são exemplos de ótimas plataformas Media Center. Este último ainda ganhou o selo de “obsoletismo” pela função que o trouxe ao mundo. É muito mais prazeroso utilizá-lo como Media Center que rodar jogos nele (rs).

O que resta para os fabricantes é um senso de integração. O Media Center do Windows se integra com o XBOX 360, mas não reconhece todas as placas de captura. Algumas funções do PSP exigem que vc tenha o PlayStation3!! Tá, é ridículo, mas é verdade. Monitores com interface direta a capturadores sequer oferecem saída para que possamos gravar algum programa. Temo saídas e entradas de áudio e vídeo aos montes, muito mais do que podemos decorar, isso i´nclui comunicação via fibra ótica de alguns “home theaters”, a idéia é interessante, mas não seria mais agradável se todos chegassem a um consenso antes de fazerem uma bagunça como a que vivemos atualmente? A D-Link por ex. tenta colocar ordem na casa consultando seu PC via wi-fi e mostrando na TV, mas não é a melhor coisa no mundo.

Enquanto ninguém se decide e chega a um objetivo comum, continuo com um pc no trabalho, um no meu laboratório e o PSP no bolso (+ Palm TX e V3), até um belo dia onde eu possa arriscar sonhar em ver tudo conversando entre si sem maiores balbúrdias.

Polícia mata jovem que gritava "Eu quero Jesus"

* notícia velha de outubro de 2006, publicada no Terra pela Associated Press.

Um adolescente carregando uma Bíblia e gritando “Eu quero Jesus” levou dois choques com uma arma atordoadora, dados por policiais, e depois morreu em um hospital em Saint Louis, Estado de Misouri, nos Estados Unidos.

Em uma declaração, a polícia de Jerseyville, a 65 quilômetros de Saint Louis, disse que Roger Holyfield, 17 anos, não obedeceu aos policiais que o abordaram e continuou gritando “Eu quero Jesus”. A polícia tentou acalmar o jovem, mas Holyfield ficou agressivo, de acordo com o documento.

Os policiais deram um choque em Holyfield depois que ele ignorou os avisos e mais um quando ele continou a se debater, disse a polícia. O jovem foi levado ao hospital depois do confronto, no sábado, e morreu no dia seguinte.

Uma autópsia deverá ser realizada nesta terça-feira.

* pronto! :) será que ele encontrou jesus? LOL

Ministro revê contrato entre Correios e Bradesco

* comentário: “…isso é de um primarismo, quer dizer, é a mentalidade exata do Hélio Costa de Barbacena, a cidade de Barbacena pode ser muito culta, mas a mentalidade é provinciana do sr. Hélio Costa, e de um nacionalismo estúpido, se é que se pode chamar de nacionalismo, nenhum nacionalista de bom censo faria isso sendo o Bradesco uma empresa 100% nacional…” – comentário perfeito (entre outros disponíveis no podcast) do sr. Ethevaldo Siqueira, jornalista de TI em podcast divulgado na VoIT. Neste podcast ainda podemos refletir sobre o impacto que a interferência do (cof cof BURRO cof) sr. ministro Hélio Costa pode acarretar no desenvolvimento do cenário de telecomunicações no Brasil.

Notícia da FolhaNews, divulgada no CorreioWeb.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, está decidido a cancelar o contrato dos Correios com o Bradesco para assumir operação do Banco Postal ainda neste ano. Nesta quarta-feira, ele afirmou que vai criar uma comissão especial para avaliar nos próximos 90 dias as condições para o rompimento, já que o contrato terminaria somente em 2009, segundo Costa.

O grupo, que terá representantes do Banco Central, Casa Civil, Correios, além dos ministérios da Fazenda e das Comunicações, vai calcular, por exemplo, a possível indenização, ou ajuste de contas, que o governo deverá fazer com o Bradesco pelo rompimento do contrato.

A idéia, segundo o ministro, é que os próprios Correios assumam a gestão do Banco Postal, já que o negócio mostrou-se rentável, mas ele admitiu que a estatal poderá ter um novo parceiro. “A nós interessa imediatamente cancelar”, disse Costa. O ministro considera que o valor pago pelo banco na época é muito pequeno diante do “lucro extraordinário” obtido pelo Bradesco com a operação do Banco Postal.

Em 2001, o Bradesco venceu licitação feita pelos Correios com a Caixa Econômica Federal e o Itaú para oferecer atendimento bancário em mais de 5,5 mil agências postais. Na época, o banco pagou R$ 201 milhões como taxa de acesso para conseguir exclusividade na prestação do serviço nas agências dos Correios. O contrato também previa o repasse de tarifas bancárias, estimadas na época, que somariam R$ 2,5 bilhões em cinco anos.

Segundo o ministro, somente a marca “Banco Postal” valeria hoje cerca de R$ 1 bilhão, e os Correios estariam prontos para assumir a operação, já que a instituição possui inclusive uma diretoria bancária.

* era só o que faltava para fechar o mês, um ministro BURRO.

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