Arquivo

Arquivo de março, 2007

Kotiteollisuus – Valtakunta

28 de março de 2007 Sem comentários

Valo joka näkyy tuolla, onko se vain unta
se Jumalan valtakunta
siellä kai joskus olla voidaan
taivaan iloissa piehtaroidaan
harput helisevät, hartaat laulut raikuu
ylistykset isännälle kaikuu

mutta jossain alhaalla hornanholvistoissa
kulkee perkele jo noissa
pimeissä, synkissä hornan sopukoissa
nauru raikaa, juokaa, naikaa
komentaa perkele, ja mitä saikaan
käskyllään hän aikaan

Ihminen tietää sen että maailma ilman perkelettä
on kuin viini ilman humalaa
ja valtakunta, jossa hyvyys kylpee valossa
ei sellaista ole olemassakaan

Eikö sinne taivaaseen enää ketään tuukaan
portilla helvetin on ruuhkaa
jonon kärki tässä on mut missään ei näy häntää
täällä miehelle riittää emäntää
sanasta saatanan sarvesta härkää
ollaan kurjia mut eipä nähdä nälkää

Ihminen tietää sen että maailma ilman perkelettä
on kuin viini ilman humalaa
ja valtakunta, jossa hyvyys kylpee valossa
ei sellaista ole olemassakaan

Ihminen tietää sen että maailma ilman perkelettä
on kuin viini ilman humalaa
ja valtakunta, jossa hyvyys kylpee valossa
ei sellaista ole olemassakaan

Ihminen tietää sen että maailma ilman perkelettä
on kuin viini ilman humalaa
ja valtakunta, jossa hyvyys kylpee valossa
ei sellaista ole olemassakaan

#####

Kotiteollisuus – Um Reino

As luses que aparecem aqui, são como um sonho
Esses deuses do reino
Talvez algum dia poderemos estar lá
Andando pelos céus felizes
Harpas ressoando, canções soando estridentes
Repercutindo a honra do abandono

Mas em algum lugar abaixo nas criptas do inferno
Vagando, o deus do trovão já está em sua
escuridão, corredores de funeral do inferno
Risadas ressoando, bebidas, sexo
O deus do trovão comanda, e o que ele realiza
com seu comando.

Humanos sabem que a Terra sem o deus do trovão
é como licor sem embriaguês
e um reino, onde a bondade o banha em brilho
Isto não existe

Ninguém pode ir até os céus
os portões do inferno estão abarrotados
a cabeça desta fila está aqui mas não se pode ver o final dela
e aqui estas damas para estes homens
palavras que vem do chifre de satã
nós somos miseráveis mas nós não morremos de fome

Humanos sabem que a Terra sem o deus do trovão
é como licor sem embriaguês
e um reino, onde a bondade o banha em brilho
Isto não existe

Humanos sabem que a Terra sem o deus do trovão
é como licor sem embriaguês
e um reino, onde a bondade o banha em brilho
Isto não existe

Humanos sabem que a Terra sem o deus do trovão
é como licor sem embriaguês
e um reino, onde a bondade o banha em brilho
Isto não existe

Categories: S.C.

Lacuna Coil – When a Dead Man Walks

8 de março de 2007 Sem comentários

Paranoia
In which I think that I’m not confident
Blood into my hands
Blood into my hands
Blood into my hands I can’t deny
A buzz into my ears that makes me mad

But I don’t look back
While I’m waiting to die
I don’t look back
In a weird lullaby
I’ll carry on

And the hope in my heart is dry

But I don’t look back
And I cannot reply
I don’t look back
While I’m waiting to lie
I’ll carry on
While they want to decide for me

Once again
Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me

Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me

Paranoia
In which I think I’m not that confident
A tiny hope that burns into my breath
A bitter smile delights me at the end

But I don’t look back
While I’m waiting to die
I don’t look back
In a weird lullaby
I’ll carry on

And the hope in my heart is dry

But I don’t look back
And I cannot reply
I don’t look back
While I’m waiting to lie
I’ll carry on
While they want to decide for me

Once again
Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me

Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me
Killing me

But I don’t look back
While I’m waiting to die
I don’t look back
In a weird lullaby
I’ll carry on

And the hope in my heart is dry

But I don’t look back
And I cannot reply
I don’t look back
While I’m waiting to lie
I’ll carry on
While they want to decide for me

Once again
Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me

Once again

Living in their cage
Living in their cage
They are killing me
Killing me

Categories: S.C.

Ad eternum

6 de março de 2007 Sem comentários

Sorte dos fracos. Apoio a ilusões, e alusões a seus sonhos, onde justificam seus sacrifícios a suas incapacidades, e fugindo, quando não se encontra uma saída, acredita que existirá algum caminho já traçado para seguir. Que lindo…

…mas a vida não é assim. Não a que eu vivi.

Tenho algumas vezes dito como morte tais tentativas, mas comumente tenho julgado simplesmente como tentativas.

Por um -muito- breve momento, me passou pela cabeça desaparecer. Me tomou somente o desejo de poder deixar o mundo tomar suas medidas para suas próprias soluções, e, assim como um dia aconteceu, voltar para ver como ele ficou.

I close my eyes and this image floats beside me
The sweaty-toothed madman with a stare that pounds my brains
His hands reach out and choke me
And all the time he’s mumbling
Truth, like a blanket that always leaves your feet cold.
You push it, stretch it, it will never be enough
Kick it beat it, it will never cover any of us.
From the moment we enter crying, to the moment we leave dying,
it will just cover your face as you wail and cry and scream.

MAS… Não poderia deixar tudo aqui. Não tenho mais o dinamismo maleável de antes. Mas da mesma forma como não tenho mais a tolerância que precisara para evitar implodir, o que me faz extirpar a mim mesmo, exumou a pessoa que sou como por milagre, e vivo. Puto com muita gente, “condenado” como eu costumara dizer, mas eu não saio daqui, infelizmente, ou não.

Categories: S.C.

TI refurbished

3 de março de 2007 Sem comentários

Título bizarro, confesso, mas não é por acaso.

O mundo da tecnologia da informação, desde soluções a gadgets, de soluções a segurança, de serviços prestados ao on-demand, todo o cenário de TI está se transformando, caminhando… o grande problema é que não se sabe para onde.

Cada companhia, além de traçar sua rota, parece fazer questão de a fazer diferente de todas as outras, isso quando uma empresa não decide por adotar mais de um caminho, onde estes dois não conseguem trabalhar de forma completa suas soluções.

Dando início ao meu “vomitron”, chamo então a mesa, a sobrevivente, quase falecida Palm. Seu sistema operacional funciona, mas não é dela. Ela o vendeu para a Access, que o assassinou e vendeu o direito de alteração de volta para a Palm. vai entender…

A Palm insiste em lançar smartphones… sem wi-fi! SE fosse alguma limitação do sistema operacional eu entenderia o problema, mas seus últimos PDAs possuem tal recurso e executam o mesmo sistema de seus smartphones. Para piorar, seus últimos modelos além de não acompanharem wi-fi, ao invés de rodarem PalmOS executam Windows… que maravilha… se for para rodar Windows eu vou para a HP ou para a Motorola! Mais um ponto é que a Palm é uma das únicas que ainda insiste em não utilizar uma entrada USB mini (5 pinos) universal em sua porta de comunicação. Mais cabos conectados ad mortem em seu desktop.

A Sony tenta, ou melhor, insiste em não chegar a canto algum. Alguns de seus dispositivos, como a câmera digital CyberShot T7 e o dispositivo PlayStationPortable possuem saída USB. Mas todo o resto da linha de câmeras digitais, incluindo as recém lançadas que possuem “uma entrada própria e universal”, segundo a própria Sony.

A Steam tem realizado um ótimo trabalho, mas falha em um programa de continuidade! (e ponto.)

A Microsoft monopoliza seu “spaces / mail client / mensageiro” com o Windows Live Desktop Mail. Gracias. Seu serviço Live Domains é podre d+, estão tentando concorrer com o Google? Esquece!

O Google inaugurou seu serviço Apps Professional. Parabéns! Seria útil se aceitasse pagamentos vindos do Brasil, atualmente não aceitam. E como, por cerca de 2 horas não consegui acesso a ambiente administrativo do meu domínio alocado no Google Apps, caiu em descrédito.

Enquanto eles não se decidem ficaremos por aqui. No meio do caminho.

Categories: S.C.
Better Tag Cloud