Até qual ponto poderias defender alguém de outrem? Até onde elevaria sua repulsa? O quanto alegra-te os ver sorrir? O quanto te culpa por perder seu tempo? O quanto penaliza a si próprio por teimar em correr… …e quanto odeia a si próprio por deixar de correr entre cavalos?
O quão impotente sente tua pele ao ver tudo partir… …e tudo voltar, como nunca havia imaginado?
Uma balbúrdia de formas, impreciso, desconexo.
Que solução necessitas entregar? Quanta energia ainda resta em você? Poderei finalmente morrer?
A convergência digital, assim como uma ótima aliada a agregação de informações de diferentes meios ou serviços para facilitar nosso dia-a-dia, é também um entrave para gerirmos tais informações. Tudo isso pois, onde antes cada empresa abocanhava um nicho de serviços de um determinado foco, outra empresa se destacava em outro foco antes não convergente. Aqui é onde criamos o problema.
A liquidez do capital mundial está tornando as “coisas” difíceis. Grandes empresas adquirindo outras grandes empresas, empresas desenvolvendo soluções em nichos onde não possuem expertise, mas existe um grande concorrente dominando o mercado, e claro, para se dar vem em qualquer ambiente no mundo, basta pensar em algo que ninguém pensou antes, e fazê-lo dar certo.
O resultado desta malha de concorrência da convergência digital nos obriga a optar por um lado entusiasta. Se optar por tentar acompanhar todos os grandes grupos, perderá capital, controle das informações, e sobretudo, o objetivo da convergência: a informação agregada em modo colaborativo.
Entre os pontos fortes, nós temos produtos e serviços competitivos vindo de diferentes empresas oferecendo soluções inteligentes e eficazes, sem abusar do poderio de mercado, a concorrência é um ótimo estimulador de idéias. Infelizmente, ao optar por um entre X grupos provedores de qualquer solução, você agrega valor a seu produto, serviço ou informação, mas perde de imediato contato com todo o resto do mundo que fez tal escolha diferente da sua. É o preço a se pagar pela concorrência da convergência digital.
* Notícia publicada propositalmente de forma genérica, devido a possibilidade de aplicá-la em ambientes e cenários distintos.
Quando eu era criança, atiraram em meu peito e em minha mão, quebraram minhas asas, uma marca persistiu em meu rosto por anos e anos, ainda persiste, mas nada além disso convive ao meu lado.
Neste último cenário, me levantei e perguntei o que me foi tirado desta vez. Eu procurei, procurei… descobri que nada foi tirado de mim desta vez, nada foi destruído, talvez pelo fato de eu ter jogado esta campanha fora de meu próprio mundo, nada foi tirado de mim.
Ainda existiu um amigo que pôde me mostrar o quão rápido meu tempo passou a correr, alguns dias se tornaram semanas, algumas semanas se tornaram meses, alguns meses se tornaram anos, alguns anos se tornaram muitos, alguns outros deixaram de existir.
Algumas pessoas não mereceram o ódio que plantei em outrem contra estas, mas eu consertei tudo, tudo o que estava ao meu alcance. Tudo o que possamos fazer pelo mundo, o que for possível eu farei.
* uma de minhas fotos de dentro de um avião da TAM, na viagem para Goiás. Honestidade não seria mais um defeito meu.
“A voracidade e eficiência do arminho como predador de pequenos mamíferos chamou a atenção humana para outras possíveis aplicações da espécie que foi, por isso, introduzida na Nova Zelândia com o objetivo de controlar as populações de coelhos, que estavam a danificar os ecossistemas nativos. Infelizmente, a ideia foi um desastre pois os arminhos, em vez de caçar os coelhos, preferiram atacar os ninhos de aves nativas como o kakapo e kiwi, que não tinham qualquer experiência contra estes ataques, gerando uma violenta luta pela vida entre os Pequenos.” (Marcos Barbará)
* Na Oceania, os governos são pródigos em tentar controlar a extinção de animais com medidas descabidas. Não é a primeira vez que tal medida fracassa, vide tentativa de exterminar felinos para salvar as gazelas. O resultado foi uma queda ainda mais vertiginosa de sua população.
Por mais doente que eu esteja, além de irritado comigo mesmo, ainda tive tempo para olhar para o lado e ver histórias conhecidas. Conheço essa história de algum lugar… ah conheço.
O mundo não é o bastante, isso me deixa muito feliz.
Ainda que eu apodreça prematuramente, não mais posso dizer que acreditei ser pedante perante algumas pessoas. Inversamente proporcional, pela pior pessoa que eu seja, sou melhor que algumas destas. O mundo não é o bastante.
Isso me deixa feliz…
…para encerrar, embora distante, meu fim de semana ainda me deixou feliz
Ivan Carlos é consultor especializado em tecnologia e segurança da informação, gestão de riscos e continuidade de negócios. Especialista em engenharia social e beta tester pela Microsoft Connect entre outros projetos, também escreve para alguns sites de tecnologia e desenvolve estudos diversos de bioquímica, crenças, neurociências e comportamento.
É fascinado por tecnologia em geral, línguas, networking social, jogos e entretenimento digital, gosta de praticar maratonas, pa-kua e tênis.