A convergência digital, assim como uma ótima aliada a agregação de informações de diferentes meios ou serviços para facilitar nosso dia-a-dia, é também um entrave para gerirmos tais informações. Tudo isso pois, onde antes cada empresa abocanhava um nicho de serviços de um determinado foco, outra empresa se destacava em outro foco antes não convergente. Aqui é onde criamos o problema.
A liquidez do capital mundial está tornando as “coisas” difíceis. Grandes empresas adquirindo outras grandes empresas, empresas desenvolvendo soluções em nichos onde não possuem expertise, mas existe um grande concorrente dominando o mercado, e claro, para se dar vem em qualquer ambiente no mundo, basta pensar em algo que ninguém pensou antes, e fazê-lo dar certo.
O resultado desta malha de concorrência da convergência digital nos obriga a optar por um lado entusiasta. Se optar por tentar acompanhar todos os grandes grupos, perderá capital, controle das informações, e sobretudo, o objetivo da convergência: a informação agregada em modo colaborativo.
Entre os pontos fortes, nós temos produtos e serviços competitivos vindo de diferentes empresas oferecendo soluções inteligentes e eficazes, sem abusar do poderio de mercado, a concorrência é um ótimo estimulador de idéias. Infelizmente, ao optar por um entre X grupos provedores de qualquer solução, você agrega valor a seu produto, serviço ou informação, mas perde de imediato contato com todo o resto do mundo que fez tal escolha diferente da sua. É o preço a se pagar pela concorrência da convergência digital.
* Notícia publicada propositalmente de forma genérica, devido a possibilidade de aplicá-la em ambientes e cenários distintos.
“A voracidade e eficiência do arminho como predador de pequenos mamíferos chamou a atenção humana para outras possíveis aplicações da espécie que foi, por isso, introduzida na Nova Zelândia com o objetivo de controlar as populações de coelhos, que estavam a danificar os ecossistemas nativos. Infelizmente, a ideia foi um desastre pois os arminhos, em vez de caçar os coelhos, preferiram atacar os ninhos de aves nativas como o kakapo e kiwi, que não tinham qualquer experiência contra estes ataques, gerando uma violenta luta pela vida entre os Pequenos.”
(Marcos Barbará)
* Na Oceania, os governos são pródigos em tentar controlar a extinção de animais com medidas descabidas. Não é a primeira vez que tal medida fracassa, vide tentativa de exterminar felinos para salvar as gazelas. O resultado foi uma queda ainda mais vertiginosa de sua população.
“E Nomine (do latim in nomine que significa “em nome de”) é um projeto musical formado em 1999 pelos produtores alemães Christian Weller e Friedrich Graner. Sua música é uma combinação de techno, trance com canto gregoriano e elementos orquestrais. Alguns vocais são feitos por dubladores alemães. Os produtores descrevem o estilo do projeto como monumental dance.” – Wikipedia
O Timbre do vocalista lembra a narração do jogo Diablo II, e o instrumental com vocal alemão imediatamente nos faz lembrar de Rammstein, mas são bandas totalmente diferentes. Enquanto Rammstein trata de temas persuasivos e machistas, E Nomine tem como gênero um rock gótico dotado de recursos eletrônicos, quase um (esclerozando tudo) “techno gótico”.
TENTEI traduzir a música Mitternacht (do alemão, significa “meia-noite”), mas eles apelaram ao usar expressões em latim junto com o alemão e um dueto. Sem condições, ao menos enquanto eu estiver sem paciência, para traduzir perfeitamente.
Ivan Carlos é consultor especializado em tecnologia e segurança da informação, gestão de riscos e continuidade de negócios. Especialista em engenharia social e beta tester pela Microsoft Connect entre outros projetos, também escreve para alguns sites de tecnologia e desenvolve estudos diversos de bioquímica, crenças, neurociências e comportamento.
É fascinado por tecnologia em geral, línguas, networking social, jogos e entretenimento digital, gosta de praticar maratonas, pa-kua e tênis.
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