Ode a outrém

Eu não sabia que memórias tinham vida, sentimentos e marcas a curar.
Não sabia que atos antigos lutavam em retornar, reaparecer…
Não quis esquecer de tudo, mas o que finjo esquecer retorna.
Me toma descalço, desprevinido, sem qualquer motivo.

Eu fui julgado por crimes que eu julgara certo,
agora sou julgado por crimes que não cometi,
eu não queria ver histórias e sangue sob mim.

Eu sempre busquei o controle sem saber se o desejara,
agora busco a mim mesmo, sem saber se ainda existo…

Seria eu um homem, como muitos homens, que fazem escolhas erradas? Não há vontade que mude o passado.


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2 respostas para “Ode a outrém”

  1. frkr disse:

    vira homem rapaiz… auehaueh você vive falando de sangue sobre voce… ^^

  2. Cintia disse:

    To preocupada com vc =(

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