Tenho uma repulsão absurda aos os jogos “anuais”, e tenho certeza que muitos compartilham da mesma opinião que eu. Comprar um jogo eletrônico com prazo de validade pré-estipulado é quase tão inútil quanto colocar DRM em jogo sabendo que será quebrado.
É intrigante a forma como as coisas são ofertadas. Você gosta de um determinado jogo, e vê ao lado dele se prazo de validade: “FIFA 2010″.
O quê? E o que acontecerá em 2011? A resposta é óbvia, será lançado o FIFA 2011. Você não terá com quem jogar seu FIFA 2010, ostentará um produto desatualizado, abandonado e esquecido, conforme-se.
Segue uma breve lista dos jogos anuais contaminados por esta síndrome de EA, ainda que não seja um problema exclusivo dela:
Nota-se que todos os jogos envolvidos na lista tratam-se de títulos esportivos, mas o mérito não é só deles, veja o caso mais notório:
São 30 títulos em menos de 10 anos!!! Entenderam por que “Síndrome de EA” leva o nome da produtora? Isso acontece também e outros títulos da mesma companhia, como por exemplo o Need for Speed. Será que ninguém até então apresentou aos estúdios e seus publishers, soluções como atualizações automáticas e DLCs sob demanda?
Com certeza, uma gama muito maior de jogadores se interessaria por títulos “definitivos”, onde atualizações e continuidades, assim como melhorias razoáveis, fossem disponibilizadas – mesmo que de forma paga – a seus usuários. E muitos desses pagariam para ter tais conteúdos extras, provavelmente muito mais dos que acabam por adquirir tais jogos ano a ano.
Tio !!!
nos jogos esportivos as alterações anuais, mtas vezes são necessarias, pela enorme mudança de jogadores entre os clubes, o surgimento de novos e a aposentadoria de outros !!
Eu entendo perfeitamente, porém, isso poderia ser entregue através de uma atualização online, não é necessário um jogo completamente novo só para mudar nomes, rostos e características técnicas.