By Luiz Kazuo

Recomendo que leiam “O Mundo Assombrado pelos Demônios – A Ciência Vista como uma Vela no Escuro”, Carl Sagan. Em especial o cap. “O Dragão na Minha Garagem”. Reproduzo um trecho:

- Um dragão que cospe fogo pelas ventas vive na minha garagem.
Suponhamos que eu lhe faça seriamente essa afirmação. Com certeza você iria querer verificá-la, ver por si mesmo. São inumeráveis as histórias de dragões no decorrer dos séculos, mas não há evidências reais. Que oportunidade!

- Mostre-me – você diz. Eu o levo até a minha garagem. Você olha para dentro e vê uma escada de mão, latas de tinta vazias, um velho triciclo, mas nada de dragão.

- Onde está o dragão? – você pergunta

- Oh, está ali – respondo, acenando vagamente. – Esqueci de lhe dizer que é um dragão invisível.

Você propõe espalhar farinha no chão da garagem para tornar visíveis as pegadas do dragão

- Boa idéia – digo eu –, mas esse dragão flutua no ar.

Então, você quer usar um sensor infravermelho para detectar o fogo invisível.

- Boa idéia, mas o fogo invisível é também desprovido de calor.

Você quer borrifar o dragão com tinta para torná-lo visível.

- Boa idéia, só que é um dragão incorpóreo e a tinta não vai aderir.

E assim por diante. Eu me oponho a todo teste físico que você propõe com uma explicação especial de por que não vai funcionar.

Qual a diferença entre um dragão invisível, incorpóreo, flutuante, que cospe fogo atérmico, e um dragão inexistente? Se não há como refutar a minha afirmação, se nenhum experimento concebível vale contra ela, o que significa dizer que o meu dragão existe? A sua incapacidade de invalidar a minha hipótese não é absolutamente a mesma coisa que provar a veracidade dela. Alegações que não podem ser testadas, afirmações imunes a refutações não possuem caráter verídico, seja qual for o valor que possam ter por nos inspirar ou estimular nosso sentimento de admiração. O que eu estou pedindo a você é tão somente que, em face da ausência de evidências, acredite na minha palavra.

(nota pessoal: qqer “mármore” segue a mesma linhagem.)

Tristania – My Lost Lenore

For thy promise bewailed
by her raveneyes
by her beauty and a scarlet sunrise
May thy river bury her silvertears
A fallen angel… enshrined in moonlit seas

Leaving vitality
so serene breeds my darkness
Entreating winterwinds
though I leave… I embrace thee

Winternight
conceal thy precious angellore
I secrete my soul
under thy wings of sorrow
Dark I embrace thy eyes
wander lost on life’s narrow path
I reveal my heart
to this beauty dressed in dark

…dressed in dark

Grieving raveneyes
falls asleep with the sunrise
Delightful midsummer breeze
though I leave… I await thee

Winternight
conceal thy precious angellore
I secrete my soul
under thy wings of sorrow
Dark I embrace thy eyes
wander lost on life’s narrow path
I reveal my heart
to this beauty dressed in dark

Grant me thy last midsummer breeze
May thou ascend from endless sleep
… my desire
Dance me above thy moonli seas
Glance yearningly into the deep
a cold and weary night

Widwinternight
Descending me like flakes of snow
I embrace the cold
for a life that morrows
Dark I embrace thy heart
Wanderer lost beyond veils of dawn
I conceal thy loss
enthralled in life yett still I mourn

My lost Lenore…

Rebirth

Dia 8 de fevereiro de 2002 criei meu primeiro blog, isso foi depois de quase 3 anos de retorno ao mundo, que aconteceu no dia 22 de abril de 1999.

Pela 5º vez, be happy.

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