Muitas empresas ainda não entenderam: Por mais impecílios que existam, a globalização demanda alguns pontos que devem ser observados quando pensamos em distribuição de produtos e serviços. O que listo abaixo são 2 cenários que tratam os impacto negativo nas empresas que “promovem” a “desglobalização”:
Não vou entrar na discussão referente ao DRM, mas quero dar um brief. O DRM é mais que um impecílio que impacta violentamente na pirataria no mundo. Eu não compraria músicas no iTunes mesmo se existisse no Brasil se eles fossem distribuidos com DRM, meu celular não lê músicas com DRM. Existem algumas vendedoras de música digital no Brasil, mas TODAS, além de possuírem um catálogo de músicas limitadíssimo, também só as distribuem com DRM. Que saída teria a não ser a pirataria?
Minha última aquisição em matéria de Gadgets foi o HTC Touch. Tão fino, prático e discreto que sequer fiz alardes em relação a ele. A mídia já o fez por mim, e não era para menos, não é todo dia que vemos uma empresa como a HTC criar um produto concorrente aos da Apple, no caso, um afrontamento direto ao iPhone, com 2 pequenas/grandes diferenças: – Aberto para todas as operadores, e rodando Windows.
Não somente pelas qualidades que consagram o HTC Touch, um dos principais pontos que me levaram a trocar um recém adquirido HP iPAQ hw6945 pelo Touch é o fato dele executar a última versão do Windows Mobile, o Windows Mobile 6. Ou melhor, Windows Mobile “5 e meio”.
Eu esperava um Windows Mobile que sincronizasse e consultasse meus feeds assim como o Microsoft Outlook 2007 faz o sincronizando com o Microsoft Exchange, também costaria de abrir documentos do Office 2007 como “docx” e “xlsx”, mas ele não faz nada disso.
Seguindo a ordem de versões do Windows, as versões Windows 2000 são a 5, as XP são 5.1, e o Vista, a versão 6. O que eu esperava ser a versão mobile do Windows Vista na versade foi um re-release do Windows Mobile 5, com mínimas alterações sensíveis ao usuário.
Falta da Microsoft, ainda assim, sem tirar o primor do HTC Touch. Recomendo.