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Aos desenvolvedores do Internet Explorer

9 de abril de 2010 Sem comentários

Os desenvolvedores do Internet Explorer andam de pé porque são teimosos, pois eles são quadrúpedes.

Eu sou usuário deste navegador devido a sua invasão na minha área de trabalho… instalo um sistema e ele já está lá, não preciso fazer mais nada, porém, algumas pequenas coisas, coisas idiotas que fazem diferença, me irritam… e não estou falando de forma de renderização, padronização do HTML e CSS, tempo de execução, etc, estou falando de coisas banais mas que impactam o usuário diretamente, começando:

  • O Internet Explorer não sabe ler cookies por si só

Não importa se você prefere guardar seus cookies com carinho, eles serão inutilizados de alguma forma (e não é devido ao prazo de expiração). Acontece que, mesmo se você NÃO apagar os cookies do seu navegador, mas limpar o índice de arquivos (index.dat) da pasta de arquivos temporários (Temporary Internet Explorer), o navegador ignorará seus cookies! Ou seja, ele utiliza o mesmo registro para gravar onde estão o cache do navegador e os seus cookies, uma limpeza no cache manda tudo pro espaço, querendo ou não.

  • O Internet Explorer não foi feito para trabalhar como bloqueador de pop-ups

Sabe aqueles popups irritantes que existiam em 1900 e guaraná-com-rolha? Pois é, todos os navegadores atuais acompanham um fantástico sistema “bloqueador de pop-ups”, para que você não seja importunado mais com isso. Porém, ao contrário dos outros navegadores que retém o pop-up e basta um clique na barra para que o pop-up perdido seja liberado, não, o Internet Explorer faz questão de ATUALIZAR a página em que você está para efetuar essa liberação. Por exemplo: se você está fazendo uma compra online e ele tenta abrir um pop-up para você concluir o pagamento, o navegador barra, você libera e ele atualiza, heis que ele fez um outro submit, gerou uma nova ordem de compra e agora vc tem 2 pedidos pendentes no sistema, é muita burrice! Outro exemplo: você está em um site com uma propaganda engracadinha em flash, quer acessar a propaganda e foi bloqueado, pq a ordem de nova janela das animações em flash são interpretadas pelo IE como pop-up. Você clica na barra para liberar o pop-up e… a página atualiza! O pior, a propaganda era randômica, a nova página carregou outra e vc ficou sem acessar a propaganda que queria!

  • O Internet Explorer não sabe lidar com sessões de login

Em diversos sites, como o social.bioware.com, acontece isso. Você tem um campo de login e senha, e o preenche. Acontece que o navegador não repassa essas informações adiantes porquê ele simplesmente não leu o script antes do comando post ou get, e já te mandou para uma página protegida que, fatalmente, tornou a te pedir login e senha! Quer cenário mais frustrante que esse?

  • “Desenhado somente para o Internet Explorer”

Não vou me alongar neste tópico, o problema base é: Todo site desenvolvido precisa ser revisto, testado e adaptado para o Internet Explorer. Mesmo que seja o Internet Explorer 8. É incrível.

Por conta desses problemas, estou novamente tentando mudar novamente para outro navegador. E assim insistimos em fazer com que os outros navegadores funcionem com qualquer site (criado para IE), assim como insistimos em fazer com que o Internet Explorer simplesmente funcione como qualquer outro navegador.

A cidade do mundo dos jogos

1 de março de 2010 Sem comentários

Originalmente postado aqui.

Quando pensamos em localização geográfica para desenvolvimento de filmes, a primeira coisa que nos vem a cabeça é Hollywood, onde estão os grandes estúdios e sets de filmagens, na Califórnia, EUA. Quando pensamos em desenvolvimento de tecnologia e empresas como Apple, NVidia, AMD e HP, logo pensamos no Vale do Silício, também localizado na Califórnia, EUA. Mas… Onde estão concentrados os maiores estúdios de jogos do mundo?

As maiores empresas desenvolvedoras e distribuidoras de jogos do mundo estão na região de grande Seattle, Washington, EUA. Não se sabe exatamente por qual motivo, mas empresas como Valve, Nintendo, NCSoft, Popcap, Monolith, Real Arcade e outras menores como Bungie, Gastronaut Studios, Surreal, Zipper, Zombie Studios, Snowblind Studios e até a badass Microsoft estão sediadas em Seattle sem uma razão aparente. A Microsoft inclusive nasceu no Vale do Silício, e se mudou para a cidade de Redmonth (uma das cidades da grande Seattle) algum tempo depois.

Sem levar em consideração os grandes estúdios que estão sediados fora dos EUA, como a Sony no Japão, a Ubisoft na França e a Codemasters na Inglaterra, ninguém conseguiu ainda responder o que levam os grandes estúdios de jogos para Seattle. Um dia eu irei descobrir.

Somente por curiosidade: BlizzardEletronic Arts, AtariTHQ estão na Califórnia. Quando as grandes não estão em Seatle, onde mais poderiam estar?

#MicrosoftFail

26 de setembro de 2009 3 comentários

Microsoft FailMe simpatizei com essas hashtags “a la Twitter”, simpáticas, não?

Elas podem descrever tudo o que quer dizer em poucas letras, ou não, #mesmoquevcescrevaumafraseimensasemdarumunicoespaco.

A Microsoft é uma das empresas mais afetadas pela pirataria no mundo… (se não me engano, ela está competindo com a Adobe) e convenhamos, é a que menos pode reclamar disso, ao menos no Brasil. Eu sou veemente CONTRA a pirataria, mas o fornecedor precisa colaborar, o que não é o caso da Microsoft.

Vamos começar pelo preço: Enquanto um sistema operacional da Microsoft custa, “lá fora”, 169 dólares, no Brasil o preço dele gira em torno de 700 reais. PORRA! 700 REAIS! Mesmo se considerássemos a compra do software, o IOF, taxas de alfândega, manuseio, recriação de manuais, impostos de importação da receita federal e lucro da matriz, este valor não ultrapassaria 350 reais! Notem que estamos falando sobre a METADE do cobrado no cenário atual. O pacote Office é um show a parte, tem versões custando 1500 reais! Só rindo.

A disponibilidade é outro fator grave: Eu compro TUDO pela internet. Jogos, serviços de hospedagem, serviços de e-mail, domínios, etc, eu quero colocar meu cartão de crédito em um formulário, apertar enter e receber o produto via download, ou o serviço online, na hora, em um sábado a noite, isso se chama conveniência! Quem conhece minha conta no Steam sabe que ela tem registrado cerca de 350 jogos legalmente adquiridos, graças a tal conveniência, sem contar outros serviços. Alguém aí acha que eu pago hospedagem nacional? Ainda mais através de boleto bancário? Convenhamos.

A Microsoft anunciou que NÃO vai vender o pacote “família” do novo sistema operacional no Brasil (nem online, nem no varejo), também anunciou que NÃO vai oferecer a opção Anytime Upgrade para os brasileiros (vc não pode fazer upgrade do seu sistema online), e para piorar não vai vender NENHUM produto online no Brasil. Quem aí acha que eu vou ficar visitando site de ecommerce e esperar dias (ou semanas) até um dvdzinho ser entregue? Eu tive que usar um endereço dos EUA falso para comprar o Microsoft Money deles! Isso é que é bizarro, eu querendo PAGAR, e ninguém querendo vender!

DRM: Não basta você burlar o sistema para DAR dinheiro a eles, a Microsoft pode fazer questão de roubar você, cuidado. Eu comprei o Microsoft Money, conforme disse acima, em abril de 2009. Em junho de 2009 recebi um aviso de que o produto não será mais comercializado, até então tudo bem, eu paguei pelo meu produto e estou usando… mas no aviso também dizia que, se eu não ativar meu produto até janeiro de 2011, ele não poderá ser mais ativado! PORRA! Quer dizer que eu não posso formatar nem trocar de computador após 2011?? Que porra é essa??? Você paga por um produto achando que o está comprando, e na verdade está alugando? Crack nele! Estudei seu protocolo de ativação, exportei as chaves alteradas e pronto, meu produto é ativado por mim, e não pelo servidor DRM da Microsoft. Se fuder…

…E cuidado:

TODO produto recente da Microsoft, como o Windows Vista, Windows 7, Windows Server 2008, Office 2007, Office 2010, entre outros, vem com DRM embutido, no caso, só funcionam após fazer uma ativação online ou por telefone, e terão mais cedo ou mais tarde o mesmo fim que a Microsoft deu para meu Money. Ou seja, após um tempo de compra ela pode simplesmente não permitir que você instale o programa que você comprou. Não é lindo?

Me respondam: Sobre um produto que custa 100% a mais do que o necessário, que não tem a mínima conveniência de acesso, e que pode ser tirado das mãos do comprador a qualquer momento… QUEM É A ANTA QUE VAI PAGAR POR ISSO???

Não preciso entrar em detalhes do tipo “o console de videogame da Microsoft não tem wifi, usa pilhas, e vc precisa PAGAR para jogar online, mesmo pagando pelo console e pelos jogos, sem levar em consideração que você ainda assim precisa criar uma conta com endereço falso dos EUA para poder dar dinheiro a eles…”  (sic)

Conforme eu disse, sou veemente contra a pirataria… mas Microsoft, vai se fuder.

Update: A Info Online acabou de reportar que o upgrade para o Windows 7 custará 87% mais caro no Brasil que nos Estados Unidos, e custará 450% mais caro para o usuário que quiser atualizar 3 computadores domésticos no Brasil, em relação também aos Estados Unidos. Eu tenho 2 notebooks e 1 desktop, e para passar eles para o Windows 7, nos Estados Unidos, eu gastaria 267 reais. No Brasil, eu gastaria 1197 reais para fazer esta mudança!!! Gastaria, pq novamente: QUEM É O IDIOTA QUE VAI PAGAR ISSO? A Microsoft não tem o direito de falar sobre pirataria no Brasil.

DRM em crise: A Microsoft impede que usuários instalem programas legítimos após um período

26 de junho de 2009 2 comentários

Antes de “vomitar” algo sobre o DRM, vamos explicar:

O que é o DRM?

DRM é a sigla para Digital Rights Management, ou Gestão de direitos digitais (em português), e visa controlar, monitorar ou impedir acesso a conteúdos digitais, criptografando-os, bloqueando seu acesso ou requisitando alguma autorização remota prévia para disponibilizar o conteúdo em questão.

Atualmente o DRM está em praticamente todos os conteúdos oferecidos atualmente, como músicas, vídeos, jogos, aplicações em geral e sistemas operacionais, ele também está embutido em mídias de CD, DVD e BD, além de mídias proprietárias como o UMD.

O problema, quando o DRM requer autorização:

Existem milhões de motivos para criticar o DRM, e a mais óbvia delas é que ele não impede a única função para foi criado: A pirataria. TUDO existente até hoje, que possui DRM, foi de alguma forma copiado, pirateado e distribuído sem esta proteção, o que deixa claro que o DRM é inútil.

O segundo ponto mais criticado é em relação as aplicações intrusivas. Quando você coloca um CD de música no seu computador paro ouví-lo, automaticamente, se ele possuir uma proteção contra cópia, irá instalar em seu computador um programa para tentar impedir o usuário de fazê-lo. O problema é que, além de instalar um programa sem seu consentimento, ele é inicializado com seu sistema operacional, consumindo recursos, e claro, mesmo assim não evita a pirataria.

O terceiro ponto mais criticado é a falta de compatibilidade entre ambientes. Se você comprar uma música com DRM, ela vem em formato e codificação específicos que não funcionam em tocadores de MP3 comuns, não preparados para este sistema de “licenças de uso”. E claro, mesmo assim, não impede a pirataria.

O quarto ponto mais criticado, ainda que cada vez menos devido ao acesso popular a internet, é o fato dos sistemas, programas e conteúdos exigirem conexão a internet para autorizar sua execução. Novamente, isso também não evita a pirataria.

O quinto ponto mais criticado, e este avançando agressivamente nos 2 últimos anos, é a limitação de execução dos conteúdos, jogos e sistemas. Algumas empresas distribuidoras destes programas limitam o número de instalação permitida pelo produto adquirido, normalmente baseado em número de computadores. O problema maior é que, mesmo se você não utilizá-lo simultaneamente (o que caracterizaria pirataria), ele só permite que seja instalado uma quantidade máxima de vezes! Exemplificando de forma clara, se você comprar o Windows Vista e instalar em seu computador 1 vez, ele funciona, mas se ele quebrar, você comprar outro computador e instalar nele, não funcionará!

Até aí ainda é aceitável, levando em consideração que você aceitou este controle DRM ao comprar o produto, em alguns casos basta um contato telefônico para fazer esta liberação não esperada, o problema é quando a empresa simplesmente se recusa a autorizar a execução do programa.

Problema Microsoft: Proprietários do Microsoft Money não poderão instalá-lo após dia 31 de janeiro de 2011

A Microsoft anunciou no dia 13 de junho de 2009 que não comercializará o produto/programa Microsoft Money, e que seus serviços online e suporte serão descontinuados até 2011. Até então não vejo problemas, uma vez que sua subscription (assinatura) e período de suporte estão estipulados em contrato (TOS).

O problema de fato é que, a partir do dia 31 de janeiro de 2011, não só o suporte e serviços online ficarão indisponíveis, mas também não será mais possível utilizar o software se for necessária sua ativação. Isso significa que, se seu computador quebrar, for formatado, ou simplesmente for trocado, você não poderá mais utilizar o software que adquiriu, pois no final da instalação o programa solicita uma ativação pela internet e esta ativação não estará mais disponível.

Esta limitação não é informada ao adquirir o produto, e o problema maior é que ela também não resume-se somente ao Microsoft Money.

Sistemas como o Windows Vista, Windows 7 e programas como o Microsoft Office 2007 utilizam-se do mesmo recurso de DRM, se não for ativado online em um determinado período, eles deixam de funcionar, isso quer dizer que não só os proprietários do Microsoft Money, mas de outros produtos da Microsoft podem simplesmente perder o direito de utilizar os produtos comprados a qualquer momento.

Em contato com a Microsoft, eles informaram que “não poderiam fazer nada quanto ao caso”, e que o produto adquirido realmente não poderia mais ser instalado após dia 31 de janeiro de 2011, conforme informa este comunicado na página do produto.

Entramos na era onde produtos ativados ou distribuídos digitalmente também possuem prazo de validade… lesando consumidores legítimos na tentativa de se defender da pirataria, lembrando que todos os esforços foram em vão. Me sinto violentamente lesado, ou roubado, que seja.

Microsoft oferece 250 mil dólares pelo paradeiro do autor do Conficker

12 de fevereiro de 2009 2 comentários

Li uma notícia hoje de que a Microsoft estaria oferecendo 250 mil dólares para quem entregar o “criminoso”. Criminoso?? OK, ele criou um worm, mas não vejo isso se fosse algo pior de quem lubridia os leigos usuários com aplicações que são por si só spywares residentes. A Microsoft fez a mesma ação para conseguir pegar o criador do worm Sasser, para quem não lembra, uma versão mais robusta do worm Blaster.

…mas 2 coisas me intrigam.

1º Onde eu estava quando esse worm apareceu?
2º Por que se preocupar em pegar a cabeça de um programador, se existem outros milhões com o mesmo (esdrúxulo) potencial de criar worms?

Talvez eu tenha protegido os ambientes que administro de tal forma que não precisei me preocupar com esta epidemia, e talvez minha rede de amigos seja igualmente tão competente para tal, por não conheci até então nenhum desses 10 milhões de infectados (convenhamos, se alguma empresa passou por este problema ainda que por descuido, se não conseguiu contorná-lo de forma ágil, substitua seus funcionários).

Talvez a Microsoft queira a cabeça desse programador para contratá-lo, ou como um aviso ao próximo engraçadinho que eles podem pagar para qualquer caçador de recompensas lhe entregar para a polícia local.

Whatever.

O conceito de vírus não existe mais, felizmente ou não. Aquele pedaço de código malicioso que infectava arquivos executáveis, dlls, que saía apagando arquivos em dias específicos ou brincava com sua tela mostrando imagens ou desfigurando textos não existem mais. Ha pelo menos 7 anos, os programadores esdrúxulos tem se preocupado a cada vez mais fazer com que seus vermes (e não mais vírus) trabalhem de forma silenciosa e com o máximo de funcionalidades possíveis. O mesmo worm agora é capaz de seqüestrar documentos exigindo um preço pelo resgate, abrir uma porta utilizando-se inclusive de UPnP para fazer com que ele se torne um trojan, e também se conectar a uma botnet (rede de computadores zumbis), uma verdadeira exploração da computação em nuvem (ou Cloud Computing) já existente a anos e anos (e não uma “super-inovação-tecnológica”, como muitas mídias noticiaram em 2008), além de claro, se replicar de diferentes formas, inclusive utilizando-se do catálogo pessoal do seu webmail e também alterando páginas do seu banco online para que envie suas informações financeiras – e claro – suas senhas, ao programador.

Espera.

Eu não descrevi um worm, eu descrevi uma BOMBA… mas este é o potencial mínimo de um worm, basta o programador querer. A diferença é a forma como um simples vírus aborda a sua vítima, e como esses (superoderosos) worms fazem o mesmo. Um vírus, para contaminar alguém, basta que alguém espirre do seu lado, literalmente falando, se você abrir um documento contaminado e tal vírus for ativado, aquele pedaço de código (ou seu RNA =) irá se infiltrar em outros documentos. Um worm, para contaminar alguém, precisa primeiramente que alguém “pise na merda”, ou literalmente falando, execute O PROGRAMA propriamente dito.

É claro que existem N formas de fazer com que um worm seja instalado automaticamente em um sistema operacional, principalmente se for um casalzinho da Microsoft conhecido como “Windows + Internet Explorer”, mas ainda sim, depende de um empurrãozinho do usuário.

Sistemas com antivirus e atualizações do sistema operacional em dia, e onde o usuário que não abre qualquer link (cretino) do seu e-mail, não aprove execução de aplicações ActiveX de sites desconhecidos ou saia “enfiando” qualquer programa, cd, dvd, pen drive ou qualquer outra coisa (idiota) “baixada” da internet não tem esse tipo de problema.

Eu percebi então, que o programador do worm Conficker fez, foi criar uma botnet de 15 milhões de usuários sem qualquer instrução do que NÃO se deve fazer na internet. Não sou contra a inclusão digital, mas na wired (rede mundial, internet, whatever) deve se ter alguns mínimos cuidados, e uma vez que os governos de todo o mundo estejam empenhados em integrar cada vez mais seus cidadãos à internet, estes devem também adotar planos de conscientização para prevenir estes mesmos cidadãos a não serem somente novas presas fáceis da rede.

Atualização: No blog do Microsoft Technet “Negócio de Risco” foi publicado um post no dia 14 de janeiro sobre como remover tal worm.