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Textos com Etiquetas ‘microsoft’

A cidade do mundo dos jogos

1 de março de 2010 Sem comentários

Originalmente postado aqui.

Quando pensamos em localização geográfica para desenvolvimento de filmes, a primeira coisa que nos vem a cabeça é Hollywood, onde estão os grandes estúdios e sets de filmagens, na Califórnia, EUA. Quando pensamos em desenvolvimento de tecnologia e empresas como Apple, NVidia, AMD e HP, logo pensamos no Vale do Silício, também localizado na Califórnia, EUA. Mas… Onde estão concentrados os maiores estúdios de jogos do mundo?

As maiores empresas desenvolvedoras e distribuidoras de jogos do mundo estão na região de grande Seattle, Washington, EUA. Não se sabe exatamente por qual motivo, mas empresas como Valve, Nintendo, NCSoft, Popcap, Monolith, Real Arcade e outras menores como Bungie, Gastronaut Studios, Surreal, Zipper, Zombie Studios, Snowblind Studios e até a badass Microsoft estão sediadas em Seattle sem uma razão aparente. A Microsoft inclusive nasceu no Vale do Silício, e se mudou para a cidade de Redmonth (uma das cidades da grande Seattle) algum tempo depois.

Sem levar em consideração os grandes estúdios que estão sediados fora dos EUA, como a Sony no Japão, a Ubisoft na França e a Codemasters na Inglaterra, ninguém conseguiu ainda responder o que levam os grandes estúdios de jogos para Seattle. Um dia eu irei descobrir.

Somente por curiosidade: BlizzardEletronic Arts, AtariTHQ estão na Califórnia. Quando as grandes não estão em Seatle, onde mais poderiam estar?

Categories: Empresas, Hobbies

#MicrosoftFail

26 de setembro de 2009 3 comentários

Microsoft FailMe simpatizei com essas hashtags “a la Twitter”, simpáticas, não?

Elas podem descrever tudo o que quer dizer em poucas letras, ou não, #mesmoquevcescrevaumafraseimensasemdarumunicoespaco.

A Microsoft é uma das empresas mais afetadas pela pirataria no mundo… (se não me engano, ela está competindo com a Adobe) e convenhamos, é a que menos pode reclamar disso, ao menos no Brasil. Eu sou veemente CONTRA a pirataria, mas o fornecedor precisa colaborar, o que não é o caso da Microsoft.

Vamos começar pelo preço: Enquanto um sistema operacional da Microsoft custa, “lá fora”, 169 dólares, no Brasil o preço dele gira em torno de 700 reais. PORRA! 700 REAIS! Mesmo se considerássemos a compra do software, o IOF, taxas de alfândega, manuseio, recriação de manuais, impostos de importação da receita federal e lucro da matriz, este valor não ultrapassaria 350 reais! Notem que estamos falando sobre a METADE do cobrado no cenário atual. O pacote Office é um show a parte, tem versões custando 1500 reais! Só rindo.

A disponibilidade é outro fator grave: Eu compro TUDO pela internet. Jogos, serviços de hospedagem, serviços de e-mail, domínios, etc, eu quero colocar meu cartão de crédito em um formulário, apertar enter e receber o produto via download, ou o serviço online, na hora, em um sábado a noite, isso se chama conveniência! Quem conhece minha conta no Steam sabe que ela tem registrado cerca de 350 jogos legalmente adquiridos, graças a tal conveniência, sem contar outros serviços. Alguém aí acha que eu pago hospedagem nacional? Ainda mais através de boleto bancário? Convenhamos.

A Microsoft anunciou que NÃO vai vender o pacote “família” do novo sistema operacional no Brasil (nem online, nem no varejo), também anunciou que NÃO vai oferecer a opção Anytime Upgrade para os brasileiros (vc não pode fazer upgrade do seu sistema online), e para piorar não vai vender NENHUM produto online no Brasil. Quem aí acha que eu vou ficar visitando site de ecommerce e esperar dias (ou semanas) até um dvdzinho ser entregue? Eu tive que usar um endereço dos EUA falso para comprar o Microsoft Money deles! Isso é que é bizarro, eu querendo PAGAR, e ninguém querendo vender!

DRM: Não basta você burlar o sistema para DAR dinheiro a eles, a Microsoft pode fazer questão de roubar você, cuidado. Eu comprei o Microsoft Money, conforme disse acima, em abril de 2009. Em junho de 2009 recebi um aviso de que o produto não será mais comercializado, até então tudo bem, eu paguei pelo meu produto e estou usando… mas no aviso também dizia que, se eu não ativar meu produto até janeiro de 2011, ele não poderá ser mais ativado! PORRA! Quer dizer que eu não posso formatar nem trocar de computador após 2011?? Que porra é essa??? Você paga por um produto achando que o está comprando, e na verdade está alugando? Crack nele! Estudei seu protocolo de ativação, exportei as chaves alteradas e pronto, meu produto é ativado por mim, e não pelo servidor DRM da Microsoft. Se fuder…

…E cuidado:

TODO produto recente da Microsoft, como o Windows Vista, Windows 7, Windows Server 2008, Office 2007, Office 2010, entre outros, vem com DRM embutido, no caso, só funcionam após fazer uma ativação online ou por telefone, e terão mais cedo ou mais tarde o mesmo fim que a Microsoft deu para meu Money. Ou seja, após um tempo de compra ela pode simplesmente não permitir que você instale o programa que você comprou. Não é lindo?

Me respondam: Sobre um produto que custa 100% a mais do que o necessário, que não tem a mínima conveniência de acesso, e que pode ser tirado das mãos do comprador a qualquer momento… QUEM É A ANTA QUE VAI PAGAR POR ISSO???

Não preciso entrar em detalhes do tipo “o console de videogame da Microsoft não tem wifi, usa pilhas, e vc precisa PAGAR para jogar online, mesmo pagando pelo console e pelos jogos, sem levar em consideração que você ainda assim precisa criar uma conta com endereço falso dos EUA para poder dar dinheiro a eles…”  (sic)

Conforme eu disse, sou veemente contra a pirataria… mas Microsoft, vai se fuder.

Update: A Info Online acabou de reportar que o upgrade para o Windows 7 custará 87% mais caro no Brasil que nos Estados Unidos, e custará 450% mais caro para o usuário que quiser atualizar 3 computadores domésticos no Brasil, em relação também aos Estados Unidos. Eu tenho 2 notebooks e 1 desktop, e para passar eles para o Windows 7, nos Estados Unidos, eu gastaria 267 reais. No Brasil, eu gastaria 1197 reais para fazer esta mudança!!! Gastaria, pq novamente: QUEM É O IDIOTA QUE VAI PAGAR ISSO? A Microsoft não tem o direito de falar sobre pirataria no Brasil.

Categories: Empresas, Pessoal

DRM em crise: A Microsoft impede que usuários instalem programas legítimos após um período

26 de junho de 2009 2 comentários

Antes de “vomitar” algo sobre o DRM, vamos explicar:

O que é o DRM?

DRM é a sigla para Digital Rights Management, ou Gestão de direitos digitais (em português), e visa controlar, monitorar ou impedir acesso a conteúdos digitais, criptografando-os, bloqueando seu acesso ou requisitando alguma autorização remota prévia para disponibilizar o conteúdo em questão.

Atualmente o DRM está em praticamente todos os conteúdos oferecidos atualmente, como músicas, vídeos, jogos, aplicações em geral e sistemas operacionais, ele também está embutido em mídias de CD, DVD e BD, além de mídias proprietárias como o UMD.

O problema, quando o DRM requer autorização:

Existem milhões de motivos para criticar o DRM, e a mais óbvia delas é que ele não impede a única função para foi criado: A pirataria. TUDO existente até hoje, que possui DRM, foi de alguma forma copiado, pirateado e distribuído sem esta proteção, o que deixa claro que o DRM é inútil.

O segundo ponto mais criticado é em relação as aplicações intrusivas. Quando você coloca um CD de música no seu computador paro ouví-lo, automaticamente, se ele possuir uma proteção contra cópia, irá instalar em seu computador um programa para tentar impedir o usuário de fazê-lo. O problema é que, além de instalar um programa sem seu consentimento, ele é inicializado com seu sistema operacional, consumindo recursos, e claro, mesmo assim não evita a pirataria.

O terceiro ponto mais criticado é a falta de compatibilidade entre ambientes. Se você comprar uma música com DRM, ela vem em formato e codificação específicos que não funcionam em tocadores de MP3 comuns, não preparados para este sistema de “licenças de uso”. E claro, mesmo assim, não impede a pirataria.

O quarto ponto mais criticado, ainda que cada vez menos devido ao acesso popular a internet, é o fato dos sistemas, programas e conteúdos exigirem conexão a internet para autorizar sua execução. Novamente, isso também não evita a pirataria.

O quinto ponto mais criticado, e este avançando agressivamente nos 2 últimos anos, é a limitação de execução dos conteúdos, jogos e sistemas. Algumas empresas distribuidoras destes programas limitam o número de instalação permitida pelo produto adquirido, normalmente baseado em número de computadores. O problema maior é que, mesmo se você não utilizá-lo simultaneamente (o que caracterizaria pirataria), ele só permite que seja instalado uma quantidade máxima de vezes! Exemplificando de forma clara, se você comprar o Windows Vista e instalar em seu computador 1 vez, ele funciona, mas se ele quebrar, você comprar outro computador e instalar nele, não funcionará!

Até aí ainda é aceitável, levando em consideração que você aceitou este controle DRM ao comprar o produto, em alguns casos basta um contato telefônico para fazer esta liberação não esperada, o problema é quando a empresa simplesmente se recusa a autorizar a execução do programa.

Problema Microsoft: Proprietários do Microsoft Money não poderão instalá-lo após dia 31 de janeiro de 2011

A Microsoft anunciou no dia 13 de junho de 2009 que não comercializará o produto/programa Microsoft Money, e que seus serviços online e suporte serão descontinuados até 2011. Até então não vejo problemas, uma vez que sua subscription (assinatura) e período de suporte estão estipulados em contrato (TOS).

O problema de fato é que, a partir do dia 31 de janeiro de 2011, não só o suporte e serviços online ficarão indisponíveis, mas também não será mais possível utilizar o software se for necessária sua ativação. Isso significa que, se seu computador quebrar, for formatado, ou simplesmente for trocado, você não poderá mais utilizar o software que adquiriu, pois no final da instalação o programa solicita uma ativação pela internet e esta ativação não estará mais disponível.

Esta limitação não é informada ao adquirir o produto, e o problema maior é que ela também não resume-se somente ao Microsoft Money.

Sistemas como o Windows Vista, Windows 7 e programas como o Microsoft Office 2007 utilizam-se do mesmo recurso de DRM, se não for ativado online em um determinado período, eles deixam de funcionar, isso quer dizer que não só os proprietários do Microsoft Money, mas de outros produtos da Microsoft podem simplesmente perder o direito de utilizar os produtos comprados a qualquer momento.

Em contato com a Microsoft, eles informaram que “não poderiam fazer nada quanto ao caso”, e que o produto adquirido realmente não poderia mais ser instalado após dia 31 de janeiro de 2011, conforme informa este comunicado na página do produto.

Entramos na era onde produtos ativados ou distribuídos digitalmente também possuem prazo de validade… lesando consumidores legítimos na tentativa de se defender da pirataria, lembrando que todos os esforços foram em vão. Me sinto violentamente lesado, ou roubado, que seja.

Categories: Pessoal, Tecnologia

Microsoft oferece 250 mil dólares pelo paradeiro do autor do Conficker

12 de fevereiro de 2009 2 comentários

Li uma notícia hoje de que a Microsoft estaria oferecendo 250 mil dólares para quem entregar o “criminoso”. Criminoso?? OK, ele criou um worm, mas não vejo isso se fosse algo pior de quem lubridia os leigos usuários com aplicações que são por si só spywares residentes. A Microsoft fez a mesma ação para conseguir pegar o criador do worm Sasser, para quem não lembra, uma versão mais robusta do worm Blaster.

…mas 2 coisas me intrigam.

1º Onde eu estava quando esse worm apareceu?
2º Por que se preocupar em pegar a cabeça de um programador, se existem outros milhões com o mesmo (esdrúxulo) potencial de criar worms?

Talvez eu tenha protegido os ambientes que administro de tal forma que não precisei me preocupar com esta epidemia, e talvez minha rede de amigos seja igualmente tão competente para tal, por não conheci até então nenhum desses 10 milhões de infectados (convenhamos, se alguma empresa passou por este problema ainda que por descuido, se não conseguiu contorná-lo de forma ágil, substitua seus funcionários).

Talvez a Microsoft queira a cabeça desse programador para contratá-lo, ou como um aviso ao próximo engraçadinho que eles podem pagar para qualquer caçador de recompensas lhe entregar para a polícia local.

Whatever.

O conceito de vírus não existe mais, felizmente ou não. Aquele pedaço de código malicioso que infectava arquivos executáveis, dlls, que saía apagando arquivos em dias específicos ou brincava com sua tela mostrando imagens ou desfigurando textos não existem mais. Ha pelo menos 7 anos, os programadores esdrúxulos tem se preocupado a cada vez mais fazer com que seus vermes (e não mais vírus) trabalhem de forma silenciosa e com o máximo de funcionalidades possíveis. O mesmo worm agora é capaz de seqüestrar documentos exigindo um preço pelo resgate, abrir uma porta utilizando-se inclusive de UPnP para fazer com que ele se torne um trojan, e também se conectar a uma botnet (rede de computadores zumbis), uma verdadeira exploração da computação em nuvem (ou Cloud Computing) já existente a anos e anos (e não uma “super-inovação-tecnológica”, como muitas mídias noticiaram em 2008), além de claro, se replicar de diferentes formas, inclusive utilizando-se do catálogo pessoal do seu webmail e também alterando páginas do seu banco online para que envie suas informações financeiras – e claro – suas senhas, ao programador.

Espera.

Eu não descrevi um worm, eu descrevi uma BOMBA… mas este é o potencial mínimo de um worm, basta o programador querer. A diferença é a forma como um simples vírus aborda a sua vítima, e como esses (superoderosos) worms fazem o mesmo. Um vírus, para contaminar alguém, basta que alguém espirre do seu lado, literalmente falando, se você abrir um documento contaminado e tal vírus for ativado, aquele pedaço de código (ou seu RNA =) irá se infiltrar em outros documentos. Um worm, para contaminar alguém, precisa primeiramente que alguém “pise na merda”, ou literalmente falando, execute O PROGRAMA propriamente dito.

É claro que existem N formas de fazer com que um worm seja instalado automaticamente em um sistema operacional, principalmente se for um casalzinho da Microsoft conhecido como “Windows + Internet Explorer”, mas ainda sim, depende de um empurrãozinho do usuário.

Sistemas com antivirus e atualizações do sistema operacional em dia, e onde o usuário que não abre qualquer link (cretino) do seu e-mail, não aprove execução de aplicações ActiveX de sites desconhecidos ou saia “enfiando” qualquer programa, cd, dvd, pen drive ou qualquer outra coisa (idiota) “baixada” da internet não tem esse tipo de problema.

Eu percebi então, que o programador do worm Conficker fez, foi criar uma botnet de 15 milhões de usuários sem qualquer instrução do que NÃO se deve fazer na internet. Não sou contra a inclusão digital, mas na wired (rede mundial, internet, whatever) deve se ter alguns mínimos cuidados, e uma vez que os governos de todo o mundo estejam empenhados em integrar cada vez mais seus cidadãos à internet, estes devem também adotar planos de conscientização para prevenir estes mesmos cidadãos a não serem somente novas presas fáceis da rede.

Atualização: No blog do Microsoft Technet “Negócio de Risco” foi publicado um post no dia 14 de janeiro sobre como remover tal worm.

Categories: Empresas, Pessoal, Segurança

Contos por dinheiro

5 de fevereiro de 2009 Sem comentários

Talvez eu seja a pior pessoa para falar sobre dinheiro, mas não encontrei que pudesse fazê-lo.

Eu migrei meu controle financeiro do meu velho GnuCash para o novo Microsoft Money Plus, primeiramente pois ele é mais bonito. É claro que ao ouvir isso os “linuxiitas” já preparam suas pedras protestando que interfaces limpas e comandos lhe permitem um sistema mais dinâmico, seguro, bláblálá… espera. Estamos falando de um gerenciador financeiro, eu realmente preciso ver um gráfico de como será a evolução (ou retrocesso) dos meus saldos, despesas e investimentos. Por um “investimento” de 39 dólares, espero ter o retorno desejado que é o completo controle da minha saúde financeira… ok, embora a palavra engane, isso não quer dizer que minha “saúde financeira” esteja ou seja saudável. (rs)

Explorando o software a fundo, me lembrei de como as coisas funcionam nos Estados Unidos… lá não é preciso emitir notas fiscais autorizadas, você emite uma fatura (invoice), e não é preciso que lhe arranquem ISS, IRPF, IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e outros impostos na marra da sua folha de pagamento ou nota emitida, basta fazer o pagamento de porcentagem do montante recebido deduzindo gastos como educação, doações, cuidados médicos, etc. Nada de malha fina e uma intimação na sua porta. Se você fizer algo errado, o assistente social irá até a sua casa bater um papo sobre o que está errado e como regularizar, não temos que enfrentar filas na receita federal.

Ainda explorando o software, lembrei de como funciona a a previdência pública nos Estados Unidos, que de pública não tem nada. Você recebe uma conta (e não seu empregador) onde uma porcentagem de seus ganhos devem ser encaminhados (por você ou pelo seu contador) para rendimento e segurança contra impulsos consumistas. Quando se aposentar, você terá acesso ao seu dinheiro, e não a algo que pode não existir quando se aposentar, ou sabe-se lá de onde saiu, como acontece atualmente com nossa alienada previdência pública. Com o sistema de segurança social brasileiro em crise, quem me garantirá que irei receber 1 centavo do governo ao me aposentar, a muitas décadas a frente?

…ainda explorando o software, lembrei que a última versão do programa desenvolvido para o sistema financeiro do Brasil foi o “Money 99″. Praticamente metade dos recursos deste software superpromissor são inúteis para mim, como o cálculo da previdência pública e o cálculo de impostos a pagar, uma vez que o software é destinado ao público EUA/Canadense. Infelizmente.

Para deixar uma mensagem ao ar, troco contos por dinheiro. (interpretação livre =)

Categories: Finanças, Pessoal

Windows 7 e a piada do próximo ano

7 de novembro de 2008 2 comentários

- Embasamento ref. ao meu post anterior

O Windows 7, que será lançado entre julho de 2009 e janeiro de 2010, nada mais é do que um Windows Vista com alguns mínimos retoques.

Pois bem, então, o que mudou nele?

windows7

- O Aero é, por padrão, um pouco mais transparente;

- Mudaram os nomes de alguns recursos;

- Ao pesquisar pelo Menu Iniciar, ele ocupa toda a área do menu;

- Calculadora e Paint foram visualmente redesenhados;

- PowerShell foi incluso no sistema;

- O UAC, o Security Center e o painel de informações foram integrados;

- Acompanha Internet Explorer 8 e Media Player 12;

- O Microsoft Memory Diagnostics pode ser acionado de dentro do sistema, assim como o scandisk sempre fez;

…e só.

Eu não consigo realmente entender o pq é necessário lançar um NOVO TÍTULO para oferecer alterações deste nível, coisas que um Service Pack de 500 MB resolveria com um pé nas costas!!!

Ainda assim, eu apresentei o sistema a um usuário leigo, a primeira e única coisa que ele fez ao olhar para a tela foi.. abrir o Internet Explorer!!!

Convenhamos, estamos em uma era de SERVIÇOS WEB, o que um sistema operacional novo poderá trazer de diferente para nós? Não é necessário um novo título a cada 3 anos somente para mudar a casa e a disposição de meia dúzia de programas!!!

Infelizmente, esta é a “Síndrome de EA”.

Categories: Empresas, Tecnologia

Síndrome de EA

29 de outubro de 2008 Sem comentários

O jargão “Síndrome de EA” não apareceu ao acaso, a EA, vulgo Eletronic Arts, caracterizou sua síndrome após a série de títulos The Sims, com, no mínimo, 8 expansões cada um, lançados todos com frequência bimestral ou menor.

Parece então que esta falta de bom senso da EA se tornou um viral, além de suas dezenas de expansões de The Sins, versões anuais de seus FIFAs, NHLs, NBAs, etc, além das edições comemorativas, passaram a lançar seus “Need for Speed”s em menos de 1 ano de intervalo, e as versões datadas no ano seguinte estão sendo lançadas 6 meses antes do reveillon… e assim, “caminhando e andando”, outras empresas como a Konami passaram a fazer a mesma coisa. Não obstante, até a Microsoft resolveu entrar na dança, anunciando 1 novo sistema operacional a cada 3 anos, 1 novo servidor a cada 2 anos, 1 novo pacote anual do Office por ano…. PORRA!!!

Se não existe nenhuma diferença realmente significativa entre este monte de edições, PARA QUE LANÇAR UM NOVO TÍTULO? Um simples patch não atualizaria os nomes, faces e características? Não seria melhor trabalhar com o kernel, ou engine, ou qualquer outra base, a fim de aprimorá-la SIGNIFICATIVAMENTE antes de disponibilizar uma nova versão???

Passeando pelo site da EA.com, vejo então o banner abaixo…

spore

…mas este título (Spore) ACABOU de ser lançado… eu mal comecei a cogitar a hipótese de conhecê-lo… E JÁ ESTÃO FALANDO NA EXPANSÃO DELE???

…desisto.

Categories: Empresas, Tecnologia
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